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Identificação, por microarray, de preditores transcricionais do ganho de capacidade funcional cardiorrespiratória

Processo: 13/01675-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 31 de maio de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Alexandre da Costa Pereira
Beneficiário:Alexandre da Costa Pereira
Instituição Sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Carlos Eduardo Negrão ; José Eduardo Krieger ; José Ribeiro Lemos Junior ; Maria Janieire de Nazaré Nunes Alves ; Michelle Sabrina Moreira dos Santos Silva ; Rodrigo Gonçalves Dias
Assunto(s):Treinamento físico  Genética médica  Expressão gênica  Análise de sequência com séries de oligonucleotídeos  Transcriptoma 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:análise genômica em larga escala | responsividade ao treinamento físico | Transcriptoma | Genética Humana

Resumo

A extensão dos benefícios causados por intervenções não farmacológicas, como é o caso do treinamento físico, varia substancialmente entre indivíduos. As adaptações dos diferentes sistemas fisiológicos ao estímulo estressor do esforço físico, parcialmente mensuráveis através da análise da capacidade funcional cardiorrespiratória (CFCR), refletem na verdade a ação sincrônica entre genes, cenário este que pode ser explorado a partir da análise global de expressão gênica pelo método de microarray. Propõe-se neste estudo identificar novos genes moduladores do fenótipo de CFCR além de identificar um padrão diferenciado de expressão gênica entre indivíduos, em leucócitos e em tecido muscular esquelético. Em adição, investigar a possível correlação existente entre estas "assinaturas moleculares" nos diferentes tecidos e o ganho de CFCR. Nossa hipótese é a de que a reprogramação nuclear induzida pelo esforço físico em leucócitos se caracterizaria como um bom sensor biológico sistêmico daquelas alterações que ocorrem no tecido muscular esquelético (sensor biológico local) desvinculando a necessidade de biópsia muscular. Não se conhecem, até o momento, as semelhanças, as diferenças e o quão representativos são os "transcriptomas responsivos ao treinamento físico" destes dois tecidos, conhecimento que potencialmente servirá como base para terapias individualizadas. Para testar nossas hipóteses, o trabalho será conduzido utilizando-se 40 recrutas sedentários saudáveis da Polícia Militar do Estado de São Paulo, de uma parceria já concretizada há aproximadamente 6 anos para fins de pesquisa. Estes serão submetidos a um protocolo de treinamento físico de predominância aeróbia por 18 semanas, e serão avaliados previa e subsequentemente a este período de intervenção por: avaliação da CFCR por ergoespirometria, coleta de sangue e biópsia de músculo esquelético para análise do transcriptoma. (AU)

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