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Redução da dose de irradiação em tecidos sadios utilizando o estabilizador bucal em pacientes submetidos à radioterapia para tumores de cabeça e pescoço

Processo: 12/15935-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2013 - 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Fábio de Abreu Alves
Beneficiário:Fábio de Abreu Alves
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Odontologia clínica  Estomatologia  Neoplasias de cabeça e pescoço  Radioterapia 

Resumo

O estabilizador bucal é um dispositivo utilizado para abrir e estabilizar a boca durante as frações de radioterapia (RXT) com intuito de diminuir a irradiação no tecido normal adjacente ao tumor em pacientes com câncer de boca. Até o momento, somente relatos de casos foram publicados utilizando este aparelho. Sendo assim, o presente estudo tem por objetivo avaliar a eficácia do aparelho na redução da irradiação de tecidos sadios em pacientes submetidos a RXT com diagnóstico de câncer de boca e orofaringe. Metodologia: Estudo prospectivo que avaliará 50 pacientes com câncer de boca e orofaringe, sendo 25 pacientes submetidos ao tratamento radioterápico com a técnica de radioterapia de intensidade modulada (IMRT) e 25 submetidos a técnica de radioterapia conformacional tridimensional (3D). Para cada paciente será realizado 2 planejamentos; um usando o estabilizador bucal e outro sem. A mensuração do histograma dose-volume (DHV) na maxila, mandíbula, glândulas parótidas e submandibulares será realizada através do Sistema Varian Medical Systems, Inc. versão 8.6.0, 2008 pelo programa Eclipse (Varian). Vale a pena ressaltar que o planejamento com menor dose de irradiação nos tecidos normais será o definitivo para cada paciente.Os efeitos colaterais e a dose de radiação que cada estrutura adjacente irá receber (maxila e mandíbula) serão avaliados a fim de saber importância do estabilizador bucal na preservação dos tecidos adjacentes a radiação. Os pacientes serão avaliados semanalmente em relação aos efeitos colaterais (mucosite, xerostomia, hipossalivação,disgeusia e candidose) até um mês após o término da RXT do tratamento. (AU)

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