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Avaliação do serviço de assistência domiciliar do HSPE-IAMSPE e propostas para sua ampliação no âmbito do serviço público

Processo: 98/14035-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de novembro de 1999 - 31 de julho de 2000
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Olímpio José Nogueira Viana Bittar
Beneficiário:Olímpio José Nogueira Viana Bittar
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. São Paulo , SP, Brasil
Instituição parceira: Secretaria de Gestão Pública (São Paulo - Estado). Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE)
Assunto(s):Políticas públicas de saúde  Administração em saúde pública  Serviços de assistência domiciliar 
Publicação FAPESP:https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_191_148_149.pdf

Resumo

Nas últimas décadas têm sido colocado, na agenda do setor saúde, duas questões centrais: a crescente incorporação de tecnologias com repercussão nos custos assistenciais, e o acelerado envelhecimento da população com as consequentes alterações no perfil epidemiológico da demanda. Nesse sentido, vem se realizando uma série de discussões a respeito dos atuais modelos assistenciais de prestação de serviços centrados no hospital e na superespecialização médica. O recente encontro da Associação Latina de Análise de Sistemas de Saúde (1998) pautou como tema central, a assistência domiciliar e a desospitalização, pois ainda são tímidas as iniciativas e experiências relacionadas a esses temas nos países periféricos. O Instituto de Assistência Médica do Servidor Público do Estado de São Paulo, criado na década de 60 tem como objetivo prestar serviços a todo o universo de servidores vinculados ao Serviço Público Estadual e seus dependentes (cerca de 3 milhões de usuários potenciais), através de seu hospital. Há 30 anos desenvolve uma experiência de Assistência Domiciliar. De início suas atividades voltaram-se prioritariamente a programas como assistência à prematuridade, doenças transmissíveis. O envelhecimento populacional, tanto dos contribuintes, onde 30% são aposentados, como dos dependentes, onde os pais dos funcionários representam mais de 50% destes, alterou a demanda dos serviços em geral e mais especificamente, o de assistência domiciliar e a contratação de leitos hospitalares de retaguarda. Dessa forma, ocorreram substanciais transformações nos serviços oferecidos pelo SAD, que hoje se caracterizam por assistir a idosos dependentes de cuidados por diferentes motivos, portadores de doenças crônicas debilitantes, dependentes de oxigenoterapia, nefropatas, neuropáticas, além de uma crescente demanda de problemas na área social. O SAD tem hoje matriculado em seus programas, 1050 pessoas, sendo um número significativo, porém pequeno diante da demanda real. Nosso interesse se dirige a desenvolver um diagnóstico atual dos serviços prestados pelo SAD, considerando seus programas, os custos de sua execução, os fluxos e interfaces com outras áreas de especialidades do HSPE, além de desenvolver propostas de ampliação para outros organismos ligados ao setor público da saúde. (AU)

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