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Marcadores de angiogênese e dopplervelocimetria útero-placentária em pacientes com restrição de crescimento fetal

Resumo

A Restrição de Crescimento Fetal (RCF) ainda é importante causa de morbi-mortalidade perinatal. A fisiopatologia da RCF é complexa envolvendo diversos mecanismos, entre eles alterações da angiogênese placentária. Desequilíbrios no balanço entre mediadores pró- e anti-angiogênicos podem desencadear lesão endotelial e consequentemente, as manifestações clínicas características da RCF. A secreção exacerbada de fatores anti-angiogenicos pode aumentar a permeabilidade dos vasos e inibir o crescimento vascular. Por sua vez, a menor produção de mediadores pró-angiogenicos pode comprometer a angiogênese e a neovascularização placentárias. Embora existam controvérsias, os resultados obtidos sugerem que a análise combinada de um painel de fatores pro- e anti-angiogênicos reflete melhor o grau de comprometimento vascular do que sua avaliação isolada. Gestantes com RCF apresentam placentas hipoperfundidas, que podem ser avaliadas por Dopplervelocimetria das artérias uterinas. Assim sendo, para tentar esclarecer a fisiopatologia da RCF, pretendemos avaliar a relação entre níveis de fatores pro-angiogênicos (TGF- beta, VEGF, ADAM, PP-13, PAPP-A e adiponectina) e anti-angiogênicos (sEng, sFlt1e Ang-2) em conjunto com a análise da perfusão útero-placentária por meio de dopplervelocimetria das artérias uterinas e umbilical de pacientes com RCF comparadas a mulheres saudáveis na mesma idade gestacional. (AU)

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