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Quantificação estereológica de populações celulares do córtex pré-frontal de ratos submetidos a desnutrição protéica fetal e pós-natal precoce

Processo: 11/21509-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2012 - 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Pesquisador responsável:Roelf Justino Cruz-Rizzolo
Beneficiário:Roelf Justino Cruz-Rizzolo
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Edilson Ervolino ; Leila Maria Guissoni Campos ; Luciana Pinato
Assunto(s):Sistema nervoso central  Córtex cerebral  Esquizofrenia  Desnutrição proteica 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:córtex cerebral | desnutrição | esquizofrenia | Ratos | Anatomia do Sistema Nervoso

Resumo

A desnutrição protéica perinatal (DPPN) representa um grave flagelo para boa parte da humanidade, afetando crianças nas fases mais vulneráveis do desenvolvimento cerebral. Estudos recentes têm apontado para o fato que a desnutrição protéica tanto no período intrauterino como nas primeiras fases da infância está associada a alterações comportamentais, dos processos de aprendizado e memória e de outras funções cognitivas. Paralelamente, estudos experimentais e clínicos indicam uma relação entre quadros de DPPN e o aparecimento tardio de doenças psiquiátricas como o autismo e a esquizofrenia.Este estudo visa estabelecer se as alterações estruturais encontradas no córtex pré-frontal de pacientes com essas condições clínicas podem ser reproduzidas em modelos experimentais de desnutrição protéica. Para isto, em modelo de DPPN em ratos, analisaremos mediante quantificação estereológica populações neuronais e gliais da região do córtex pré-frontal medial, comumente afetadas nessas situações. Esta análise incluirá a quantificação da população neuronal geral evidenciada por imuno-histoquímica para NeuN (proteína nuclear específica de neurônios); da população neuronal sintetizadora de proteínas ligantes do cálcio, mostrada por imuno-histoquímica para parvalbumina, calbindina e calretinina que, representando mais de 90% dos neurônios gabaérgicos do córtex cerebral, permitem analisar eventuais modificações no circuito deste neurotransmissor; da população neuronal produtora de reelina, glicoproteína sintetizada por um subgrupo de neurônios gabaérgicos, essencial na migração neuronal e sinaptogênese; e da população astrocitária mediante a imuno-histoquímica para GFAP (proteína glial fibrilar ácida). (AU)

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