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Produção local de IgE e outros mediadores imunológicos no lavado nasal dos pacientes com rinite alérgica antes e após a realização de imunoterapia específica com o ácaro Dermatophagoides pteronyssinus

Processo: 11/11192-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2012 - 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Clóvis Eduardo Santos Galvão
Beneficiário:Clóvis Eduardo Santos Galvão
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Adriana Teixeira Rodrigues
Assunto(s):Rinite alérgica  Imunoglobulina E 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:hipersensibilidade | Imunoterapia com alérgenos | Líquido da lavagem nasal | Testes de provocação nasal | Alergia

Resumo

A rinite alérgica é importante pelo prejuízo na qualidade de vida e como fator de risco para o desenvolvimento e piora no controle de asma, mas também por seus custos diretos e indiretos ao indivíduo e à sociedade. A mucosa nasal é o sítio de desenvolvimento dos sintomas por ser constan-temente exposta aos antígenos. A IgE é o marcador mais importante de alergia, porém sua presença pode estar relacionada apenas a sensibilização e não necessariamente presença de doença. A produ-ção local de IgE na mucosa nasal já foi descrita por diversos autores que demonstraram que os indi-víduos atópicos produzem maior número de IgE quando comparados com não atópicos.Um dos tratamentos recomendados para a rinite alérgica é a imunoterapia específica, reconhe-cido como único tratamento capaz de alterar o curso natural da doença e reverter a sensibilização aos alérgenos administrados. Entretanto, até o momento nenhum estudo avaliou o efeito da imuno-terapia na produção local de IgE na mucosa nasal e a repercussão clínica deste efeito. O presente estudo tem o objetivo de descrever as alterações na produção local de IgE total e específica e IgG total e IgG4 específica na mucosa nasal após imunoterapia alérgeno específica, procurando associar estas alterações com a melhora dos sintomas e presença das alterações imuno-lógicas descritas em literatura como presentes na imunoterapia realizada de forma adequada. A investigação será realizada através da seleção de pacientes, realização de lavado nasal antes e após realização de provocação nasal especifica com Dermatophagoides pteronyssinus, coleta de sangue periférico e testes in vivo para detecção da IgE específica antes do início do tratamento. Após um período de 6 meses de imunoterapia específica (correspondente à fase de indução) para Dermatophagoides pteronyssinus estas avaliações serão repetidas e feitas as comparações entre os achados nos dois momentos. (AU)

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