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Imbalances in serum angiopoietin concentrations are early predictors of septic shock development in patients with post chemotherapy febrile neutropenia

Processo: 10/08924-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de agosto de 2010 - 31 de janeiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Erich Vinicius de Paula
Beneficiário:Erich Vinicius de Paula
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Hematologia  Sepse 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Angiopoietins | Endothelial Barrier | Febrile Neutropenia | Sensitivity and specificity | Sepsis | Septic Shock | Hematologia

Resumo

A neutropenia febril está associada a risco aumentado de complicações da sepse, e a identificação de fatores que permitam a estratificação de pacientes conforme o risco de complicações é um desafio. As angiopoietingas (Ang) são citocinas envolvidas no controle da permeabilidade microvascular. Aceita-se que a Ang-1 mantém a integridade da barreira endotelial e que a Ang-2 atue como antagonista em situações patológicas relacionadas a inflamação. Recentemente, os níveis de Ang-2 foram associados a mortalidade em pacientes com sepse em unidades de terapia intensiva. Métodos: avaliamos prospectivamente as concentrações de Ang-1 e Ang-2 em diferentes momentos na evolução da neutropenia febril, e exploramos a acurácia destes mediadores como preditores potenciais de mau prognóstico nesta população. Resultado: pacientes que evoluíram para choque séptico (n=10) apresentaram níveis mais elevados de Ang-2 medidos 48 horas após a febre, e da relação Ang-2/Ang-1, medida no momento da febre, quando comparados com pacientes que não apresentaram complicações da sepse. Estes níveis apresentaram correlação com escores de gravidade na sepse. Conclusões: nossos dados sugerem que o desequilíbrio nas concentrações de Ang-1 e Ang-2 são marcadores precoces independentes da mortalidade da sepse e do risco de desenvolvimento de choque séptico em pacientes com neutropenia febril. Estudos com maior número de pacientes são necessários para validar a utilidade clínica desta observação. Estratégias terapêuticas que manipulem os níveis de Ang-1 e Ang-2 podem representar novas perspectivas para o tratamento da sepse em pacientes com neutropenia febril. (AU)

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