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Estudo do papel das catelicidinas e interleucinas na resposta inflamatória pós inseminação artificial em éguas

Processo: 11/05694-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2011 - 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Marco Antonio Alvarenga
Beneficiário:Marco Antonio Alvarenga
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesquisadores associados:João Pessoa Araújo Junior
Assunto(s):Fisiopatologia animal 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:endometrite persistente pós cobertura | inflamação uterina | Plasma seminal | RT-qPCR e ELISA | fisiopatologia da reprodução

Resumo

A endometrite é uma condição uterina que envolve inflamação do endométrio e que resulta em sub-fertilidade das éguas, o melhor entendimento das interações entre plasma seminal e endométrio poderá ser útil no desenvolvimento de terapias para controlar a reação inflamatória. Quarenta garanhões serão utilizados para verificar e quantificar a presença das catelicidinas no plasma seminal através do teste ELISA. Após a identificação de dois garanhões que expressam maior e menor quantidade de catelicidinas sua ação quimiotática será avaliada pela infusão intra uterina do plasma seminal que apresentar a maior e a menor concentração de catelicidinas. Serão utilizadas 10 éguas resistentes e 10 susceptíveis a endometrite persistente pós cobertura durante 3 ciclos estrais consecutivos e aleatórios, sendo o segundo ciclo "repouso". No primeiro e terceiro ciclos, serão realizadas infusões uterinas desse plasma seminal selecionado para mensurar as diferenças dessa resposta inflamatória através da expressão uterina de catelicidinas e interleucinas, da migração neutrofílica e do acúmulo de fluído no lúmen uterino. A partir desses resultados, com a determinação do plasma seminal responsável pela resolução mais eficiente do processo inflamatório, esse será adicionado ao sêmen no momento da inseminação artificial de 20 éguas classificadas como susceptíveis em dois ciclos estrais consecutivos, o primeiro ciclo sem adição do plasma seminal e o segundo ciclo com adição ao sêmen de plasma seminal. A colheita de embrião será realizada no oitavo dia após a ovulação e o resultado será considerado positivo quando da recuperação embrionária. (AU)

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