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Descrição e validação de um novo método de classificação para as fraturas da extremidade distal do rádio

Resumo

As fraturas do rádio distal possuem incidência aproximada de 1:10000 pessoas, representando 16% das fraturas do esqueleto e 74% das fraturas do antebraço. A classificação destas fraturas é essencial para estabelecer o plano de tratamento e orientar o prognóstico dos pacientes. Foram desenvolvidos diversos sistemas de classificação visando esses objetivos, no entanto, a reprodutibilidade dessas classificações não é adequada, conforme descrito na literatura. Objetivos: Descrição e avaliação de reprodutibilidade de um novo método de classificação - Classificação IDEAL das fraturas da extremidade distal do rádio, comparada às classificações Frykman, AO e Fernandez. Materiais e Métodos: O sistema de classificação IDEAL fundamenta-se nas principais evidências da literatura sobre fatores clínicos e radiográficos que podem influenciar o tratamento e prognóstico das fraturas do rádio distal. Classificamos as fraturas no momento do atendimento inicial do paciente mediante a verificação de dois dados epidemiológicos e três dados radiográficos, a seguir: Idade do paciente, energia do trauma, desvio dos fragmentos, incongruência articular e lesões associadas. De acordo com a pontuação obtida, agrupamos os casos em três grupos distintos: Grupo I - fraturas estáveis com bom prognóstico, Grupo II - fraturas potencialmente instáveis que normalmente exigem tratamento cirúrgico, e que o prognóstico depende do sucesso do tratamento adotado, Grupo III - fraturas instáveis e complexas, decorrentes de traumatismos de alta energia e cujo prognóstico é reservado independente do tratamento adotado. (AU)

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