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Diversidade genética molecular de viróides de citros e desenvolvimento de sistema de detecção

Resumo

Dentre os viróides de citros, e da exocorte e CVd IIb, também conhecido como cachexia, são considerados economicamente os mais importantes devido aos danos causados às plantas. Por serem transmitidos via borbulhas infectadas e mecanicamente, não chegam a ser um risco sério à citricultura, desde que haja um controle na produção de borbulhas e de enxertia. O período do viróide é muito grande e, desta forma, pode vir a afetar pomares em estágios avançados de plantio se borbulhas não certificadas forem empregadas na produção de mudas. O método de diagnóstico empregado atualmente no Centro de Citricultura "Sylvio Moreira" (CCSM) é a indexação biológica em cidra Etrog, tangerina Parson e híbrido Clemelim 11 20. O processo é lento requer de 3 a 6 meses para CEV (Citrus exocortis viroid) , e 6 a 28 meses para viróides do grupo CVd IIb. Deste modo, torna-se necessário que métodos mais rápidos e seguros sejam utilizados para a detecção e diferenciação. Atualmente, o teste "Imprint hybridization" vem sendo o mais indicado para ser utilizado. Neste projeto, está sendo proposto o desenvolvimento de sondas de cDNA específicas para os dois viróides, e sua utilização no teste "Imprint hybrization" para a indexação de viróides de plantas matrizes, candidatas a matrizes e na indexação de clones velhos, auxiliando sobremaneira o programa de certificação que vem sendo conduzido no CCSM. Será feita, também, uma avaliação da diversidade existente, através do sequencimento e análise do genoma de diferentes isolados de viróides. (AU)

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