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Pólen apícola como bioindicador de poluição ambiental

Processo: 10/51802-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2011 - 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Luis Carlos Marchini
Beneficiário:Luis Carlos Marchini
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Apicultura  Apis mellifica  Abelhas  Polinização 

Resumo

A Apis mellifera explora grandes áreas (raio de atuação de aproximadamente 3km) para coleta de alimento protéico (pólen) e energético (néctar) necessários para sua manutenção e de todo o enxame. Dada a diversidade de plantas de valor apícola presentes na natureza, sempre existe a possibilidade de coleta dos alimentos necessários para a sobrevivência das abelhas. Dentre os recursos florais o pólen é disponibilizado pela planta para atrair polinizadores e, perpetuar a espécie, ficando exposto às condições ambientais. Desta forma, a utilização do pólen apícola como indicador da qualidade ambiental torna-se possível, facilitando assim, a metodologia de amostragem para análises de contaminantes. O projeto propõe como objetivo geral usar o pólen apícola como ferramenta para o monitoramento de poluição ambiental, tendo como objetivos específicos: identificar a origem botânica do pólen coletado por A. mellifera em diferentes estações do ano, em fragmento de mata localizado em área urbana; caracterizar o pólen coletado por A mellifera em diferentes estações do ano, quanto à composição protéica e elementos traço; correlacionar os dados referentes à qualidade de pólen apícola com as condições climáticas e as plantas fornecedoras de pólen nas diferentes épocas de coleta; verificar se o pólen coletado pelas abelhas pode ser considerado um bioindicador de poluição ambiental. O local de estudo, no município de Piracicaba, SP (22°52'33"S, 47°38'30"W e Altitude de 546m) é um fragmento de Mata Atlântica dentro do campus Luiz de Queiroz, ESALQ/USP, por onde passa o Rio Piracicamirim. No apiário do Departamento de Entomologia e Acarologia serão mantidas colônias de abelhas africanizadas (Apis mellifera L) em caixas do tipo Langstroth, em condições de coleta e armazenamento de pólen, durante todo o ano. Durante os períodos de coleta de pólen (inverno, primavera, verão e outono) será instalado coletor tipo frontal em 5 colméias e mantidos até a obtenção de 250g de pólen/colméia. O manejo das colméias será realizado visando mantê-las em condições favoráveis à coleta de pólen, com a padronização da população de abelhas e da porcentagem de retenção do pólen pelos coletores. (AU)

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