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Alto consumo de etanol e senilidade: inflamação e estresse oxidativo no cerebelo de ratos UChB (consumidores voluntários de etanol)

Processo: 23/13596-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2024 - 30 de abril de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Marcelo Martinez
Beneficiário:Marcelo Martinez
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Alcoolismo  Etanol  Cerebelo  Inflamação  Envelhecimento  MicroRNAs  Estresse oxidativo 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Alcoolismo | cerebelo | Inflamação | microRNA | senilidade | Alcoolismo

Resumo

O consumo abusivo de etanol é um dos principais problemas de Saúde Pública mundial. No Sistema Nervoso Central (SNC) é capaz de impactar o equilíbrio do microambiente interno e levar a processos de neurodegeneração, neuroadaptação e neuroinflamação. Sabe-se também que as vias adenosinérgicas desempenham ação protetora no SNC. Os miRNAs afetam amplamente a função celular e fisiológica e podem mostrar-se alterados após o consumo de etanol e de outras substâncias, estando ligados à modulação da resposta inflamatória. O abuso de etanol é característica comum das pessoas mais velhas e existe ausência substancial e abrangente de dados científicos para avaliar o impacto real de beber em idosos. Indivíduos idosos são particularmente suscetíveis aos efeitos nocivos do consumo de etanol, por causa de alterações biológicas associada com o envelhecimento. Além da deterioração motora após consumo de etanol, a degeneração cerebelar contribui para os défices neuropsicológicos distintos em alcoólicos crônicos. Entretanto, os efeitos nos indivíduos senis são escassos. O objetivo do trabalho será detectar as expressões de genes e microRNAs relacionados aos processos inflamatórios e as vias adenosinérgicas no cerebelo idoso após ingestão de etanol. Ratos UChB machos com 13 meses de idade, serão divididos em dois grupos (n=10/grupo): 1. UChB (ratos UChB que receberão solução de etanol a 10% e água ad libitum); 2. Controle (ratos UChB que receberão somente água ad libitum). O cerebelo dos animais será coletado e processado para as técnicas de PCR-RT para os marcadores inflamatórios NFkB, TLR4, TLR2 e MyD88 e receptores adenosinérgicos A1 e A2a, os miRNAs -155-5p, -146a-5p, -126-3p, -132-3p, -339-5p, teciduais e plasmáticos. Os mediadores pró-inflamatórios (IL-1², IL-6 e TNF-±) serão analisados por imunoensaios. Para o estresse oxidativo, serão avaliadas as atividades da superóxido dismutase, glutationa reduzida, catalase e hidroperóxido de lipídio. (AU)

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