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Importância das células natural killer na esporotricose: correlação com a memória imunológica?

Processo: 22/06947-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2024 - 31 de julho de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Iracilda Zeppone Carlos
Beneficiário:Iracilda Zeppone Carlos
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Células matadoras naturais  Esporotricose  Memória imunológica  Resposta imune  Imunologia celular 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:células natural killer | esporotricose | memória imunológica | resposta imune celular | Imunologia celular

Resumo

A capacidade de formar memória imunológica é considerada uma marca da imunidade adaptativa. No entanto, um número crescente de evidências sugere que células imunes inatas, incluindo células natural killer (NK), também podem "lembrar" de exposições prévias a certos estímulos, respondendo em maior magnitude a um estímulo secundário. Descritas pela primeira vez em 1975, com base em sua capacidade de eliminar células tumorais alogênicas sem necessidade de sensibilização prévia e na ausência de receptores de antígeno recombinados, células NK contribuem para respostas imunes inatas efetivas e fornecem a primeira linha de defesa importante contra parasitas, vírus, câncer e, como mostrado mais recentemente, fungos. Somam-se a estes, achados nossos de que células NK desempenham um papel fundamental na proteção in vivo contra Sporothrix schenckii, um dos agentes causadores da esporotricose. Em resposta à infecção ou imunização com diversos vírus, células NK podem se desenvolver em células de memória de longa vida, capazes de respostas citotóxicas mais robustas e maior produção de IFN-³. Não existe, no entanto, um único estudo sobre a indução de células NK de memória em infecções por patógenos não virais, como bactérias e fungos. Nesse sentido, estudos mostraram que Cryptococcus e Candida podem ser especificamente reconhecidos e eliminados por células NK, tornando plausível que células NK de memória patógeno-específicas possam se desenvolver contra fungos. Assim, propomos investigar, usando modelo murino de infecção por Sporothrix, se uma infecção fúngica é capaz de induzir células NK de memória, e a importância destas para a proteção do hospedeiro em um desafio subsequente com esse mesmo patógeno. (AU)

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