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Reservatórios em cascata no rio Tietê (São Paulo, Brasil): impactos na qualidade da água

Processo: 23/13367-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2024 - 30 de abril de 2026
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária
Pesquisador responsável:Marcelo Luiz Martins Pompêo
Beneficiário:Marcelo Luiz Martins Pompêo
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Eduardo Vicente Pedrós ; Mathias Ahii Chia ; Sheila Cardoso da Silva ; Viviane Moschini Carlos
Assunto(s):Qualidade da água  Rio Tietê 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Qualidade de Água | Rio Tietê | Qualidade da água

Resumo

Este trabalho visa estudar de forma comparativa seis reservatórios paulistas em cascata no rio Tietê (Barra Bonita, Bariri, Ibitinga, Promissão, Nova Avanhandava, Três Irmãos) (São Paulo, Brasil) por meio de técnicas de sensoriamento remoto, empregando imagens Sentinel 2 (S2), trabalhadas no software SNAP, ambos da Agência Espacial Europeia. Espera-se validar os algoritmos para estimar as concentrações de clorofila a (Chla) e de ficocianina (Phyco) e, de modo indireto, o número de células de cianobactérias (Cyano). Será validado o produto automático conc_chl do SNAP para a clorofila e utilizadas as bandas 665, 705 e 740 nm para desenvolver algoritmos para validar Phyco. Posteriormente serão gerados mapas temáticos de Chla, Phyco, Cyano e do Índice do Estado Trófico. Trabalhos anteriores demonstraram a robustez dessas estimativas. A escolha desses reservatórios se deve à sua importância estratégica para o estado, somado ao fato de o Barra Bonita, o primeiro deles, ser considerado muito impactado pelas águas do rio Tietê. As imagens S2 com nível L1C serão baixadas com datas de no máximo três dias de diferença à data de coleta, passadas por um resampling de 20 m, pela correção atmosférica (C2RCC) e um recorte, mantendo apenas as áreas de interesse. De 2024 a 2025 ocorrerão amostragens in situ em cada reservatório, em perfis (temperatura, oxigênio dissolvido, pH, condutividade elétrica, nitrato e amônio; de Phyco, Chla e turbidez, com sondas multiparâmetros). Para cada estação de coleta, entre abril e setembro, também serão tomadas amostras de água integrada, até a profundidade do disco de Secchi para determinar a série nitrogenada e de fósforo, da Chla, Phyco, do fitoplâncton (aspectos qualitativo e quantitativo), em ao menos cinco estações de coletas por reservatório. Também espera-se produzir manuscritos, além de fomentar a formação de recursos humanos em todos os níveis, inclusive através das parcerias internacionais. (AU)

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