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Efeitos dos métodos de preservação na morfologia e na estrutura química das sub-regiões da membrana amniótica humana: estudo por microscopia eletrônica de varredura, imunohistoquímica e por espectroscopia na região do infravermelho.

Processo: 23/01140-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2023 - 31 de outubro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Luciana Barros Sant'Anna
Beneficiário:Luciana Barros Sant'Anna
Instituição Sede: Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Leandro José Raniero
Bolsa(s) vinculada(s):24/02350-3 - Efeitos de diferentes métodos de preservação na estrutura química da membrana amniótica humana: estudo por espectroscopia na região do infravermelho (FTIR)., BP.TT
Assunto(s):Criopreservação  Imuno-histoquímica  Medicina regenerativa  Microscopia eletrônica de varredura  Placenta 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Criopreservação | imunohistoquimica | Medicina regenerativa | membrana amniótica humana | microscopia eletrônica de varredura | placenta | Medicina Regenerativa

Resumo

A membrana amniótica (MA) tem atraído atenção como biomaterial para a medicina regenerativa, devido às suas propriedades biológicas e mecânicas, incluindo anti-inflamatória, imunomodulatória, antifibrótica, epitelização, estabilidade, resistência e flexibilidade. Essas propriedades são atribuídas às suas características morfológicas a aos fatores bioativos solúveis e insolúveis produzidos por suas células e presentes no estroma da membrana. Recentemente foi verificado diferenças nas regiões anatômicas da MA, porém ainda não se conhece se essas regiões apresentam diferentes potenciais na regeneração tecidual, e os efeitos dos diferentes métodos de preservação sobre a integridade e morfologia das mesmas. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho será avaliar a morfologia, a composição e estrutura química da membrana amniótica nas suas diferentes regiões anatômicas, âmnio placentário e âmnio refletido, e em seus lados, epitelial e mesenquimal, após diferentes métodos de preservação. Para isto, sete placentas humanas a termo serão obtidas no Hospital Santa Casa de São José dos Campos e transportadas ao laboratório, onde em condições estéreis as membranas amnióticas serão processadas e divididas em 4 regiões (central, periférica, intermediária e âmnio refletido) de acordo com sua posição relacionada ao cordão umbilical. Os fragmentos serão distribuídos em 2 grupos conforme o método de preservação. Grupo Fresca: os fragmentos serão imersos em meio DMEM a temperatura ambiente (24ºC) por 24h. Grupo Criopreservada: os fragmentos serão imersos em meio DMEM/glicerol 1:1 a -80ºC por 30 dias. Após os períodos específicos de cada grupo os fragmentos serão submetidos às análises de imunohistoquímica, Microscopia Eletrônica de Varredura e Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FT-IR). (AU)

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