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Ação imunomoduladora da própolis de Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir. produzida na Caatinga nordestina e de constituintes isolados em monócitos humanos

Processo: 23/05103-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2023 - 30 de setembro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia
Pesquisador responsável:José Maurício Sforcin
Beneficiário:José Maurício Sforcin
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Ary Fernandes Júnior ; Gislane Lelis Vilela de Oliveira ; Jairo Kenupp Bastos ; Lucilene Delazari dos Santos ; Maria Teresa de Teixeira Cruz Rosete ; Maria Terezinha Serrão Peraçoli
Assunto(s):Imunomodulação  Apiterapia  Própolis  Monócitos  Caatinga  Nordeste 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:apiterapia | Imunomodulação | Mimosa tenuiflora | monócito | produtos apicolas | propolis | Imunomodulação

Resumo

A própolis tem despertado o interesse dos pesquisadores devido ao seu potencial para o desenvolvimento de novos fármacos. Este produto apícola apresenta composição química variável de acordo com as fontes vegetais utilizadas pelas abelhas. Neste trabalho, visamos investigar uma amostra de própolis analisada mais recentemente e produzida a partir de Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir., popularmente conhecida como "jurema-preta", na caatinga nordestina. Dados preliminares de nosso grupo revelaram que alguns de seus constituintes apresentaram ação inibitória quanto à produção de citocinas. Será avaliada a viabilidade de monócitos humanos após incubação com própolis e seus constituintes e a produção de citocinas pró- e anti-inflamatórias ou relacionadas ao inflamassoma (TNF-±, IL-1², IL-6, IL-8, IL-10, IL-18, IL-33). Os constituintes com ação inibitória serão avaliados posteriormente à incubação com LPS quanto à produção de citocinas e de metabólitos do ácido araquidônico (PGE2 e LTB4), bem como quanto às vias intracelulares NRLP3, NF-kB e p38 MAPK. Os componentes que apresentarem ação pró-inflamatória serão avaliados também quanto à expressão de marcadores de superfície celular (TLR-2, TLR-4, CD80 e HLA-DR) por monócitos, ação microbicida contra Streptococcus pyogenes e produção de H2O2. Os constituintes que apresentarem os efeitos mais promissores serão incubados com monócitos para análise proteômica. Este projeto poderá culminar em novos achados quanto à ação anti-inflamatória desta amostra de própolis, visando nova abordagem terapêutica, minimizando efeitos colaterais e apresentando melhor relação custo-benefício. (AU)

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