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Influência de variantes em genes de vias inflamatórias moduladas pelo receptor do fator de crescimento epidérmico no risco, aspectos clínico patológicos e microambiente tumoral do Carcinoma de Células Escamosas de Cabeça e Pescoço

Processo: 22/16760-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2023 - 31 de agosto de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Carmen Silvia Passos Lima
Beneficiário:Carmen Silvia Passos Lima
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Gustavo Jacob Lourenço ; José Vassallo ; Luiz Paulo Kowalski
Assunto(s):Oncologia  Carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço  Fator de crescimento epidérmico  Microambiente tumoral  Variantes genéticas 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço | fator de crescimento epidermico | microambiente tumoral | Variantes Genéticas | vias inflamatórias | Cancerologia

Resumo

A superexpressão do gene codificador do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) ocorre na maioria dos CCECP e, recentemente, inibidores do EGFR foram utilizados com sucesso no tratamento de pacientes com o tumor. A fosforilação do EGFR ativa o gene STAT3, que induz a produção de citocinas (IL-1±, IL-1², IL-32 e TNF-±) e proteínas inflamatórias (COX-2 e CCND1), que participam da origem e progressão do CCECP. Os papeis de fibroblastos associados ao câncer (FAC), linfócitos T citotóxicos (LTC), células natural killer (CNK), linfócitos T reguladores (Treg) e macrófagos associados ao tumor (MAT) do microambiente tumoral (MT) são incertos no tumor. Ainda, não há estudos que abordem de maneira integral as interações entre as proteínas inflamatórias e os componentes do MT no CCECP. Indivíduos diferentes expostos a fatores ambientais envolvidos com a origem do CCECP apresentam riscos distintos para o tumor e pacientes com CCECP de aspectos clínico patológicos similares apresentam evoluções clínicas distintas. É possível que variantes de nucleotídeo único (SNVs) em genes de vias inflamatórias moduladas pelo gene EGFR e suas interações com o MT determinem essas diferenças. Serão avaliados os papéis de SNVs nos genes EGFR (rs2227983 e rs1050171), STAT3 (rs1053004 e rs1053023), IL-1± (rs2856836), IL-1² (rs1143627), IL-32 (rs4786370), TNF-± (rs1799724, rs1799964 e rs1800629), COX-2 (rs5275, rs20417, rs689466 e rs689470) e CCND1 (rs7177 e rs678653) no risco de ocorrência, aspectos clínico patológicos e prognóstico de pacientes com CCECP e no MT. Serão avaliados 600 pacientes com CCECP e 600 controles. Os genótipos serão identificados em DNA genômico por PCR em tempo real (sistema open array). Infiltrados de FACs, LTCs, CNKs, Tregs e MATs serão avaliados por imunoistoquímica em fragmentos de tumor em tissue microarray. Os papéis dos alelos ancestrais e variantes de quatro SNVs de maior interesse serão avaliados por citometria de fluxo ou ensaios da luciferase após clonagem em linhagens celulares de CCECP. As sobrevidas dos pacientes com CCECP serão estimadas pelo método de Kaplan-Meier e regressão de Cox. Os resultados do estudo poderão definir os papéis de anormalidades herdadas em genes de vias inflamatórias e do MT no risco do CCECP, aspectos clínico patológicos e prognóstico de pacientes com o tumor CCECP e, assim, identificar indivíduos de alto risco para o CCECP, que mereçam receber medidas especiais para prevenção e diagnóstico precoce do tumor e, pacientes com CCECP, que mereçam receber terapêutica diferenciada. (AU)

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