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Desenvolvendo e disseminando novas tecnologias para remediação ambiental de contaminantes emergentes

Processo: 22/06219-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa Geração
Vigência: 01 de julho de 2023 - 30 de junho de 2028
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Pesquisador responsável:Ailton Jose Moreira
Beneficiário:Ailton Jose Moreira
Instituição Sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Eduardo Costa de Figueiredo ; Elaine Cristina Paris ; Raquel Fernandes Pupo Nogueira
Bolsa(s) vinculada(s):23/14265-8 - Desenvolvendo e disseminando novas tecnologias para remediação ambiental de contaminantes emergentes, BP.IC
23/07525-3 - Desenvolvendo e disseminando novas tecnologias para remediação ambiental de contaminantes emergentes, BP.GR
Assunto(s):Contaminantes emergentes  Sustentabilidade  Química ambiental 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:contaminantes emergentes | Nanotecnologia ambiental | Parceria Público-Público | Processos de oxidação avançada | Sustentabilidade Ambiental | Química Ambiental

Resumo

A classe dos contaminantes emergentes, que incluem, resíduos farmacêuticos e defensivos agrícolas tem sido amplamente estudado em razão da sua presença e toxicidade nos diferentes ecossistemas ambientais. Devido aos seus riscos comprovados, países da Europa e os EUA tem criado mecanismos e normas para tratar, monitorar e controlar a presença destes no meio ambiente. Contudo, o Brasil, que detém uma indústria farmacêutica "forte" e é um dos maiores consumidores de defensivos agrícolas mundiais não tem evidenciado as mesmas preocupações frente a este problema mundial. Neste cenário, ampliar as ações visando o desenvolvimento de novas tecnologias de tratamento, controle da poluição e monitoramento ambiental destes compostos se fazem necessárias. Portanto, este projeto apresenta uma proposta de parceria público-público para o desenvolvimento de novas tecnologias visando o tratamento, controle e monitoramento de contaminantes emergentes em ambiente real. Com inspiração na plataforma solar de Almeria-ES destinada ao tratamento de águas residuárias, a proposta visa a experimentação em campo, com a potencial construção de uma miniplataforma solar experimental na ETE do município de Gavião Peixoto - SP, situado na mesorregião de Araraquara - SP. As estações experimentais alimentadas por efluente real e águas superficiais serão utilizadas para o desenvolvimento de pesquisas voltadas a remediação ambiental de contaminantes emergentes. Reatores solares do tipo combinado serão instalados no fluxo do efluente previamente tratado por processos biológicos, e a eficiência da fotocatálise solar será investigada pelo uso de diferentes processos de oxidação avançada (POA) e adsorção. Os nanomateriais fotocatalisadores serão sintetizados pelo método hidrotérmico assistido por radiação microondas (MW), ultravioleta (UV), visível (Vis) proposto pela primeira vez pelo pesquisador responsável. Já os materiais adsorventes serão baseados em carbono de alta porosidade e polímeros de impressão molecular (MIP) para aplicação em remoção de poluentes emergentes e processos de preparo de amostras. A parceria público-público, será uma oportunidade de, in loco, promover a difusão do conhecimento técnico-científico na temática proposta a novos pesquisadores, profissionais técnicos e estudantes de educação básica. No ambiente real da ETE e um Parque Ecológico existente no respectivo município, escolas públicas locais e da região em nível básico, médio e técnico, além da sociedade em geral serão incentivadas a visitação dos espaços como forma de atividade de extensão. (AU)

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