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Mixobactérias marinhas do estado de São Paulo como fonte de inibidores de proteases

Processo: 22/12654-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular
Vigência: 01 de abril de 2023 - 31 de março de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia
Pesquisador responsável:Paula Christine Jimenez
Beneficiário:Paula Christine Jimenez
Instituição Sede: Instituto do Mar (IMar). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Andrezza Justino Gozzo Andreotti ; Leticia Veras Costa Lotufo ; Marcelo José Pena Ferreira
Assunto(s):Produtos naturais marinhos  Inibidores de proteassoma  Antineoplásicos  Bioprospecção 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Anticâncer | bioautografia | Bioprospecção | inibidores de proteassoma | Microorganismos marinhos | Produtos Naturais Marinhos | Bioprospecção e Farmacologia de Produtos Naturais

Resumo

Mixobactérias são deltaproteobactérias que ocorrem em solo terrestre ou sedimento marinho. Esses microrganismos são conhecidos por produzir substâncias naturais estruturalmente únicas com aplicações biotecnológicas e biomédicas. Em relação a outros grupos de microrganismos com tal potencial, as mixobactérias têm sido pouco exploradas nesse aspecto. Além disso, no Brasil, há pouca ou nenhuma informação sobre a ocorrência de mixobactérias, tampouco quanto ao potencial farmacológico dessas moléculas. Diante disso, e engajado ao interesse e experiência do nosso grupo de pesquisa em bioprospecção de compostos anticâncer de bactérias marinhas, esta proposta visa descobrir moléculas naturais anticâncer de mixobactérias marinhas do litoral de São Paulo por meio de uma abordagem orientada a alvos e informar ainda mais sobre os papéis ecológicos de tais compostos. Aqui, esta proposta visa atingir os seguintes objetivos: 1) recuperar mixobactérias de sedimentos marinhos de São Paulo; 2) acessar o potencial anticâncer das mixobactérias por meio da triagem de inibidores de quimotripsina; 3) elucidar as moléculas bioativas produzidas por mixobactérias selecionadas e validar o proteassoma como seus alvos; e 4) avaliar a atividade das moléculas sobre enzimas proteolíticas produzidas por mixobactérias. Se bem-sucedido, este projeto permitirá um registro inédito da ocorrência de mixobactérias marinhas no Brasil, gerar e caracterizar uma coleção de cepas e extratos naturais de mixobactérias brasileiras, identificar inibidores de protease entre pequenas moléculas produzidas por mixobactérias que também podem modular o proteassoma humano (importante alvo de fármacos anticâncer) e informar sobre os papéis naturais desempenhados por essas moléculas. (AU)

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