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Perfil biomarcador da Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante Progressiva: por que ela progride e como identificá-la precocemente?

Processo: 22/02821-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Projeto Inicial
Vigência: 01 de fevereiro de 2023 - 31 de janeiro de 2028
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Alexandre Todorovic Fabro
Beneficiário:Alexandre Todorovic Fabro
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Andrea de Cássia Vernier Antunes Cetlin ; Fernando de Queiroz Cunha ; Grazyna Kwapiszewska - Marsh ; Karin Mueller Storrer ; Marcel Koenigkam Santos ; Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques ; Robson Francisco Carvalho ; Rodrigo do Tocantins Calado de Saloma Rodrigues ; Tales Rubens de Nadai
Bolsa(s) vinculada(s):23/10186-6 - Patologia da Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante Progressiva, BP.DR
23/04199-8 - Perfil Biomarcador da Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante Progressiva: Por que ela progride e como identificá-la precocemente?, BP.IC
Assunto(s):Pneumologia  Fibrose pulmonar  Biomarcadores  Transcriptoma  Fisiopatologia  Progressão da doença 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biomarcador | Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante | fibrose pulmonar | Pneumonite de Hipersensibilidade Fibrosante | progressão | Transcriptoma Espacial | Pneumologia

Resumo

Pacientes com doença pulmonar intersticial (DPI) fibrosante, como a pneumonite de hipersensibilidade, altamente prevalente no Brasil, podem evoluir com exarcebações agudas, apesar um tratamento otimizado instituído, promovendo assim em um terço deles o fenótipo progressivo de alta morbi-mortalidade. Objetivos: desvendar a fisiopatologia das DPIs fibrosantes progressiva, validando biomarcadores de sua progressão. Paciente e Métodos: Transcriptoma espacial será realizado em biópsia pulmonar cirúrgica de 5 pacientes com DPI fibrosante progressiva e 5 estável, além de 6 com exacerbações por autopsia minimamente invasiva. Confirmação dos achados será realizada por imunohistoquimica, qPCR e microscopia eletrônica de transmissão com immunogold. Validação será realizada em 200 pacientes com DPIs fibrosantes e 50 controles (câncer de pulmão) por imunohostoquímica/morfometria e qPCR em biópsia transbrônquica e citometria de fluxo em lavado broncoalveolar. Avaliação clínico-radio-patológica será realizada em todos os casos, incluindo radiogenômica. A integração dos dados será analisada por bioinformática, deep learning e inteligência artificial. Resultados Esperados: identificar as vias moleculares promotoras das exarcebações e por consequente progressão da fibrose pela integração de dados transcriptômicos, moleculares e clinico-radio-patológico ao perfazerem temporalmente a história natural da doença, determinando assim tanto o processo fisiopatológico, quanto seus biomarcadores capazes de predizer o fenótipo da DPI fibrosante progressiva na fase inicial da doença. (AU)

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