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Desigualdades digitais e etnografia: internet, seus usos, agenciamentos e possibilidades em favelas do Rio de Janeiro

Processo: 21/06857-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de novembro de 2022 - 31 de outubro de 2027
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Convênio/Acordo: MCTI/MC
Pesquisador responsável:Carolina Parreiras Silva
Beneficiário:Carolina Parreiras Silva
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Bárbara Geraldo de Castro ; Heloisa Buarque de Almeida ; Maria Filomena Gregori ; Paula Mendes Lacerda
Bolsa(s) vinculada(s):22/13233-2 - Violências e desigualdades digitais em favelas do Rio de Janeiro a partir de uma perspectiva etnográfica, BP.JP
Assunto(s):Etnografia  Desigualdade social  Democratização  Inclusão digital  Uso da internet  Internet  Áreas de pobreza  Rio de Janeiro 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:desigualdade digital | desigualdade social | Etnografia | Inclusão Digital | Internet | Antropologia Digital

Resumo

Este projeto de pesquisa, elaborado no âmbito da chamada "Pesquisa Estratégica sobre a Internet" e na modalidade Jovem Pesquisador, tem como foco principal compreender, a partir de uma perspectiva etnográfica, interseccional e multidisciplinar, diferentes dinâmicas e processos sociais cotidianos que permitam avançar na discussão sobre desigualdades digitais no Brasil, buscando entender se é a partir de que processos e cruzamentos elas estão atreladas a desigualdades sociais mais amplas. A partir disso, propõe a criação da área de pesquisa "Antropologia Digital", no Departamento de Antropologia da USP, e do LETec - Laboratório Etnográfico de Estudos Tecnológicos e Digitais, também vinculado ao Departamento de Antropologia - USP. Sua proposta se assenta em discutir desigualdades digitais a partir de diferentes eixos, indo além apenas da questão do acesso aos dispositivos tecnológicos e às redes de conexão. Nesse sentido, interessam os usos, os fluxos e os significados que os sujeitos dão às suas experiências cotidianas de uso da tecnologia. O projeto ainda busca, através das pesquisas associadas ao LETec (Pesquisadora responsável, Pesquisadoras Associadas e bolsistas de TT, IC e Mestrado), discutir questões de ordem teórica, metodológica e ética, buscando avançar analiticamente em torno das questões e nomenclaturas inclusão/exclusão digital, mostrando como desigualdade digital é um termo mais abrangente; discutir a rentabilidade da etnografia enquanto um conjunto de técnicas de pesquisa que permite o entendimento mais localizados das experiências digitais; investir em formas tecnológicas e mais democráticas de divulgação científica; dar continuidade às redes de internacionalização da Pesquisadora Responsável. O pressuposto básico de toda proposta é que, se queremos democratizar a internet no Brasil e compreender suas dinâmicas e processos, não podemos prescindir de compreender as inúmeras desigualdades sociais e digitais. (AU)

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