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Sistema de liberação de antifúngicos complexados com beta-ciclodextrina através de mucoadesivos visando tratamento da estomatite protética

Processo: 21/14444-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2022 - 31 de dezembro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Karin Hermana Neppelenbroek
Beneficiário:Karin Hermana Neppelenbroek
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Diana Gabriela Soares dos Passos ; Grigorios Polyzois ; Leonardo Rigoldi Bonjardim ; Maria Helena Raposo Fernandes ; Priscileila Colerato Ferrari ; Simone Soares ; Vanessa Migliorini Urban ; Vinicíus Carvalho Porto
Assunto(s):Próteses e implantes  Estomatite sob prótese  Candida albicans  Sistemas de liberação de medicamentos  Fungicidas  Mucoadesivos  Ciclodextrinas  Clorexidina  Nistatina 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:ciclodextrinas | clorexidina | Estomatite sob prótese | Nistatina | Prótese

Resumo

A estomatite protética (EP) é a candidose oral mais prevalente entre os usuários de próteses removíveis. Apesar do tratamento convencional com antifúngicos tópicos ou sistêmicos ser eficaz no alívio de seus sinais e sintomas, tem sido comumente observado um quadro de reinfecção da mucosa bucal em até duas semanas após o tratamento. Nas últimas décadas, mucoadesivos com sistema de liberação de fármacos se tornaram uma tendência na tecnologia farmacêutica, pois possibilitam uma absorção mais rápida diretamente no local infectado, além de melhor a adesão nos tecidos mucosos e a biodisponibilidade medicamentosa. Ainda, complexos de inclusão com ciclodextrinas têm sido sugeridos para aumentar a solubilidade dos fármacos e a estabilidade da molécula. Portanto, o objetivo deste estudo será desenvolver e caracterizar mucoadesivos contendo nistatina (Nis) ou clorexidina (Clx) pura ou complexada com beta-ciclodextrina (beta-CD) visando o tratamento da EP. Para determinar a composição das formulações, a caracterização envolverá ensaios de mucoadesão, tempo de residência, espalhabilidade, reologia, homogeneidade e incorporação do fármaco, liberação in vitro e permeação. Após a incorporação dos fármacos, a capacidade antifúngica ao crescimento de Candida albicans dos mucoadesivos (Nis, Clx Nis:beta-CD e Clx:beta-CD) será avaliada por meio das determinações das concentrações inibitórias mínimas (microdiluição em caldo) e concentrações fungicidas mínimas (UFC/mL). O potencial antifúngico das formulações também será avaliado na superfície da resina acrílica para base de prótese por contagem de células cultiváveis, atividade metabólica de acordo com a redução percentual de XTT e quantificação de massa de biofilme por microscopia confocal de varredura a laser. Na sequência, as formulações mucoadesivas serão avaliadas de acordo com suas propriedades reológicas em reômetro oscilatório, bioadesivas em texturômetro e citotóxicas por meio dos testes MTT e Alamar Blue em cultura de células 3D. Os dados obtidos serão analisados estatisticamente (±=5%). (AU)

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