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Análise quantitativa do papel da cobertura vegetal no funcionamento de bacias de drenagem de montanhas: uma abordagem de balanços de massa em micro-bacias pareadas do Alto Jaguari (Ribeirão das Posses, Extrema - MG)

Resumo

A segurança hídrica é uma das mais importantes prioridades da humanidade, especialmente crítica em megacidades, como São Paulo. Via de regra, nesta cidade e no restante do país, as estratégias para assegurar água para as populações seguem modelos clássicos de construção de infraestrutura para captura e armazenamento. Neste cenário de custos financeiros relativamente elevados e questionável sustentabilidade a longo prazo, alternativas mais holísticas, que abranjam os serviços ecossistêmicos das bacias de drenagem tem recebido atenção crescente, como em Projetos de Pagamento por Serviços Ambientais como o de Extrema, MG, nas cabeceiras do Sistema de Abastecimento Cantareira, da cidade de SP. Entretanto, pouco se sabe, em termos quantitativos, sobre o papel da cobertura vegetal no funcionamento destas bacias de drenagem específicas. Teoricamente, a restauração florestal em áreas hoje ocupadas por agropecuária pode resultar no aumento da retenção de sedimentos em suspensão e nutrientes que potencialmente causam eutrofização em reservatórios, como N e P. Ao mesmo tempo, a quantidade de água disponível rio abaixo pode aumentar ou diminuir, em função do aumento da evapotranspiração e mudanças nas vias hidrológicas preferenciais. Quantificar estes processos é fundamental para a discussão das alternativas de gestão destes sistemas para garantir a segurança hídrica. Este projeto pretende fornecer estas informações a partir do balanço de massas para bacias de zero ordem pareadas (agropecuária x floresta) nas cabeceiras do Rio Jaguari, em Extrema, MG. (AU)

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