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Receptor quimérico anti-mesotelina bi-específico in tandem com o receptor para interleucina (CAR-T anti-MSLN/ILR2) em linfócitos t para uso terapêutico em pacientes com tumores que expressam mesotelina

Processo: 21/03578-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de março de 2022 - 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Patricia Bortman Rozenchan
Beneficiário:Patricia Bortman Rozenchan
Empresa:Celluris Participações Ltda
CNAE: Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica
Município: São Paulo
Pesq. associados:Bianca Francisco Falasco ; Paulo Luiz de Sá Júnior
Vinculado ao auxílio:17/16319-7 - Produção de receptor quimérico para antígenos CD123 (CAR-T 123) em células de leucemia eritrocitária K562 para uso terapêutico em pacientes com leucemia mielóide aguda, AP.PIPE
Assunto(s):Oncologia  Imunoterapia  Microambiente tumoral  Receptores de antígenos quiméricos  Interleucinas  Paciente oncológico 

Resumo

Um dos maiores desafios dos tratamentos oncológicos é que em determinado momento as células tumorais tornam-se refratárias, ou ainda, após certo tempo livre da doença, o paciente pode apresentar recidiva. Assim, existe uma grande demanda para novos métodos no tratamento do câncer, já que as terapias convencionais tais como cirurgia, radiação e quimioterapia, não garantem a cura para todos os pacientes. A Celluris atua na área de imunoterapia, utilizando a tecnologia de CAR-T. Essa solução está sendo considerada uma mudança de paradigma no tratamento oncológico, uma vez que capacita as células do próprio paciente para combater as células tumorais. Nosso objetivo na presente proposta é produzir receptor quimérico para antígeno MSLN e testar sua funcionalidade para posterior aplicação em pacientes com tumores sólidos MSLN-positivos. Para isso, faremos a produção de vetores virais contendo o cassete de expressão para MSLN em células HEK293T, posteriormente faremos a transdução desse vetor em células T e verificaremos a funcionalidade de nosso CAR-T através da ligação ao antígeno específico, ligado a fluorocromo. Existem cerca de 700 clinical trials ao redor do mundo com essa tecnologia, e os resultados têm sido muito promissores, com altas taxas de sucesso. O FDA aprovou em 2018 o uso de CAR-T da empresa Novartis e posteriormente outro da empresa Kite. Aqui no Brasil, a Anvisa já pavimentou todo o caminho regulatório para o uso das terapias celulares avançadas, fazendo a possibilidade dessas terapias cada vez mais se aproximarem dos pacientes, que em muitos casos, não possuem outra alternativa. Para desenvolvimento dessa nova tecnologia, contamos com duas importantes parcerias, a saber, o Hospital/Centro de Pesquisa Sheba Tel Hashomer City of Health, eleito como um dos dez melhores hospitais do mundo pela Newsweek, localizado em Israel, e, ainda, com o Hospital Oswaldo Cruz. (AU)

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