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Cadeia fria mais inteligente

Processo: 21/03832-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de setembro de 2021 - 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Sistemas de Computação
Convênio/Acordo: Programa FINEP – TECNOVA II
Pesquisador responsável:Helio Avelino da Silva
Beneficiário:Helio Avelino da Silva
Empresa:Reciclapac Soluções para Embalagens Ltda
Município: São Paulo
Pesq. associados:Guilherme Do Carmo Novaes ; José Guilherme Dellamano ; Lucas Buzeli Forte Martinez
Auxílios(s) vinculado(s):21/08316-3 - Cadeia Fria Mais Inteligente, AP.PIPE
Assunto(s):Desenvolvimento de fármacos  Fármacos  Vacinas  Logística  Big data  Internet das coisas  Computação em nuvem  Indústria 4.0 

Resumo

A produção global de vacinas, excluindo as doses contra a gripe sazonal, é de aproximadamente 3 bilhões de doses por ano. Se focarmos apenas no mercado de vacinas para covid-19, já nos deparamos com um mercado gigante que é totalmente dependente da cadeia fria. As vacinas que estão sendo produzidas no Brasil pelo Butantan e pela Fiocruz, Coronovac e Oxford-Astra-Zeneca são vacinas termolábeis, precisam da faixa de temperatura de 2-8 Graus Celsius para manterem-se ativas. Uma das etapas mais desafiadoras na área farmacêutica quando se fala em cadeia fria é, sem dúvida, a logística, mais especificamente, a manutenção das condições de temperatura e umidade que garantem a segurança e a eficácia do medicamento. Entre os materiais mais sensíveis à quebra da cadeia do frio estão as vacinas. Segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 50% das vacinas produzidas mundialmente se deterioram até atingir o destino, devido a falhas no controle de temperatura durante o transporte. A indústria 4.0 é composta por diversos blocos, dentre os quais cabe destacar: IoT industrial, monitoramento em tempo real, manutenção preditiva, integração de sistemas, computação em nuvem e big data. Especificamente no tópico de transporte e logística, sobretudo em grandes indústrias, um problema bastante recorrente em IoT, e agora na Indústria 4.0, é o de gerenciamento e controle de ativos logísticos móveis, como máquinas, containers, racks e caixas especiais. Nesse contexto, faz-se necessário o desenvolvimento de uma plataforma, baseada em nuvem, que permite ter um acompanhamento de geolocalização dos ativos para identificar conformidade em viagens ou em locais de interesse. Atualmente a Evoy possui uma plataforma online, baseada em nuvem, utilizando conceitos de IoT, que permite ter: (I) visibilidade dos ativos, uma vez que permite encontrar os ativos por geolocalização, identificar gargalos e melhorar a roteirização da entrega ou coleta; (II) monitoramento, ao ser possível analisar o comportamento e mensurar os indicadores de tempo de giro, ausência e permanência dos ativos em pontos de interesse; e (III) controle, ao otimizar a gestão do tempo dos ativos com inventários online para tomadas de decisões ágeis e precisas. Considerando todo esse contexto, e toda a tecnologia que a Evoy já domina, deseja-se com o presente projeto, ampliar o pipeline de produtos, agregando novas ferramentas ao sistema, visando monitoramento e controle de temperatura e umidade, com telas intuitivas e de fácil manuseio, atendendo aos protocolos exigidos pela Anvisa pela recém-publicada RDC n. 430/2020. Isso proporcionará a Evoy uma importante ampliação de mercado, potencialmente proporcionando grandes ganhos para a gestão logística da cadeia fria, proporcionando levar medicamentos mais eficientes e seguros até os pacientes. (AU)

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