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Monitoramento genômico ambiental para detecção e quantificação das variantes de SARS-CoV-2 no Brasil

Resumo

Não sabemos quais as variantes do SARS-CoV-2 ocorrem hoje no Brasil, quadro ainda mais agravado nas diferentes regiões do país. O pouco que se sabe é decorrente do estudo de pacientes com sintomatologia clássica ou suspeita para COVID-19, cujo material segue para determinação da variante viral após diagnóstico, que no melhor cenário é determinada vários dias após o início dos sintomas. Deste modo, este projeto busca auxiliar na aceleração da descoberta e determinação de variantes de maior importância local. O racional é que a determinação variantes encontradas em amostras ambientais talvez possa antecipar amostras que venham a ter maior relevância clínica em um futuro próximo. Do mesmo modo, não sabemos se variantes virais atuais irão permanecer com frequência relevante após a vacinação, se algumas vão crescer em prevalência após uma vacinação maciça, ou se novas variantes irão surgir após a vacinação, cenários estes que podem indicar algum nível de resistência à vacinação. Do mesmo modo, teremos um mecanismo mais rápido que pode detectar a entrada de variantes em plena ascensão em outros países do mundo. Trata-se de um projeto-piloto, que envolve seis cidades, metade no Estado do Paraná e metade no Estado de São Paulo. Nestas cidades avaliaremos amostras do ambiente hospitalar e não-hospitalar. Se bem-sucedido e informativo, aplicaremos para expansão do projeto para todo o país. Serão feitas apenas coletas ambientais, sem coletas em indivíduos. Os dados serão analisados com rapidez e divulgados para as autoridades de saúde competentes. (AU)

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