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Taxonomia e dinâmica espacial e temporal de microcrustáceos (Cladocera e Copepoda) ao longo do Rio Congo (África)

Processo: 20/04047-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2021 - 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Gilmar Perbiche Neves
Beneficiário:Gilmar Perbiche Neves
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Pesq. associados: Alberto Vieira Borges ; Eduardo Suárez Morales ; Francisco Diogo Rocha Sousa ; Hugo Miguel Preto de Morais Sarmento ; Pascal Isumbisho Mwapu ; Paulo Henrique Costa Corgosinho ; Victor Satoru Saito
Assunto(s):Diversidade  Ecologia  Taxonomia  Crustacea 

Resumo

Enquanto algumas espécies de Cladocera e Copepoda são cosmopolitas, outras possuem padrões de distribuição complexos, relacionados geralmente com eventos históricos, efeitos regionais e locais. Este projeto analisará a taxonomia e padrões ecológicos de microcrustáceos do segundo maior rio do mundo em volume de água e bacia de drenagem, o Rio Congo na África (também conhecido como rio Zaire), para o qual se desconhece o zooplâncton. Ao longo de 1.700 quilômetros foram coletadas amostras tréplicas em 56 pontos no canal principal, tributários e um lago, em quatro períodos durante dois anos (N=672 amostras). Serão descritas espécies novas e será produzido um catálogo de identificação com ilustrações e fotografias de microcrustáceos do rio Congo (inexiste bibliografia de suporte para identificação). Com dados quantitativos de densidade dos organismos, padrões ecológicos de comunidades serão calculados (abundância, diversidades alfa, beta e gama, equitabilidade), os quais serão analisados espaço-temporalmente com estatísticas univariadas e multivariadas e correlacionados com variáveis limnológicas mensuradas em cada local. Será descrita a diversidade do zooplâncton ao longo do trecho analisado, verificando mudanças especialmente após a entrada de grandes rios tributários de águas negras ou amarelas e lagos, bem como entre as fases de águas altas e baixas. Supõe-se que a composição será estável e a diversidade bastante elevada, similar a de rios de grande porte tropicais como o Amazonas, Mekong, entre outros. Haverá ampla colaboração com pesquisadores do México, Bélgica, República Democrática do Congo e do Brasil, a qual resultará em publicações de artigos em periódicos de elevado fator de impacto. Também haverá orientações em diferentes níveis acadêmicos. (AU)

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