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Painel de farmacogenômica para pacientes transplantados

Processo: 19/00945-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2021 - 31 de julho de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Suzane Kioko Ono
Beneficiário:Suzane Kioko Ono
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Flair José Carrilho
Assunto(s):Fígado  Polimorfismo genético  Transplante de fígado  Gastroenterologia 

Resumo

As hepatites crônicas se não tratadas podem evoluir para a cirrose com consequente perda de função e aparecimento de complicações. No estágio final da doença o único tratamento é o transplante hepático. O transplante hepático tem melhorado a sobrevida de pacientes, entretanto, o uso de imunossupressores necessários para se obter os melhores resultados com o transplante não é isento de complicações e desafios como rejeições, infecções e morbidades como hipertensão arterial, diabetes mellitus e perda de função renal. Num estudo recente em nosso Departamento em pacientes cirróticos pelo vírus da hepatite C transplantados observou-se que 11,4% dos pacientes apresentaram episódios de rejeição e 36,3% apresentaram infecções nos primeiros 30 dias após o transplante hepático [1]. As diferenças quanto às respostas terapêuticas com o uso de imunossupressores e antinfecciosos entre os indivíduos geralmente estão associadas a polimorfismos genéticos, presentes em genes que afetam a farmacocinética ou a farmacodinâmica [2]. Os polimorfismos que apresentam maior potencial para uso em um algoritmo de seleção de drogas são os genes CYP3A5, ABCB1, IMPDH1 e IMPDH2 e citocinas e fatores de crescimento. O estudo objetiva verificar a frequência de polimorfismos dos genes responsáveis pela absorção, distribuição, metabolismo e excreção (ADME) de medicamentos utilizados para pacientes transplantados hepáticos no Departamento de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP). Serão estudados 48 pacientes transplantados e seus respectivos órgãos recebidos e espera-se correlacionar os polimorfismos com a frequência de rejeição e ocorrência de infecções no pós-transplante hepático. (AU)

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