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Prevalência do RNA e anticorpos contra SARS-CoV-2 em câncer de cabeça e pescoço da Itália e do Brasil: um estudo de caso incorporado no consórcio HEADLAcE

Resumo

O coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS CoV- 2), a causa do COVID 19, foi declarado uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde. A maioria dos casos graves e a mortalidade ocorrem em indivíduos com comorbidades. Ainda assim, como esses riscos se aplicam aos pacientes com câncer permanece desconhecido. Um estudo muito preliminar realizado em pacientes com câncer na China indica que pacientes com câncer e sobreviventes de câncer constituem uma população de risco crítico para SARS-CoV-2. Além disso, esses indivíduos possuem um risco significativamente maior de eventos graves (admissão na unidade de terapia intensiva com necessidade de ventilação invasiva ou morte) em comparação com aqueles sem câncer. Uma abordagem eficaz para diminuir a pandemia em curso requer uma compreensão abrangente das respostas imunes contra a SARS-CoV-2. O teste para esse vírus deve ser considerado para definir melhor o nível de risco dos pacientes. Além da triagem, o conhecimento da exposição ao SARS-CoV-2 pode contribuir para o entendimento da epidemiologia do COVID-19 em pacientes com câncer, principalmente entre aqueles com câncer de cabeça e pescoço (HNC). Agora temos a oportunidade de estender nossos objetivos com este projeto apoiado pelo CONSÓRCIO EULAC-HEALTH e pela FAPESP para responder a uma pergunta oportuna sobre a exposição ao SARS-CoV-2. (AU)

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