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EMU concedido no processo 19/26070-1: Microbalança de Cristal de Quartzo com Monitoramento de Dissipação

Processo: 21/03389-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de junho de 2021 - 31 de maio de 2028
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Beneficiário:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/26070-1 - Modulação da película adquirida do esmalte e do biofilme para o controle da perda mineral dentária: desvendando mecanismos e possibilitando terapias, AP.TEM
Assunto(s):Microbalança de cristal de quartzo  Bioquímica  Adsorção  Cárie dentária  Erosão dentária  Proteínas  Saliva  Aquisição de equipamentos  Equipamentos multiusuários  Infraestrutura de pesquisa 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:adsorção | Cárie Dentária | erosão dentária | Película adquirida do esmalte | Proteinas | saliva | Bioquímica
As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Tipo de equipamento:Caracterização de Materiais - Análises de Superficies - Adsorção (sorção, BET, ângulo de contato/goniômetro)
Fabricante: Fabricante não informado
Modelo: Modelo não informado

Resumo

A presença da película adquirida do esmalte (PAE) é um dos fatores protetores contra o desgaste dentário erosivo (DDE) e a cárie dentária. Dentre as proteínas da película adquirida com potencial para se ligar ao esmalte e propriedades ácido-resistentes, identificamos recentemente a cistatina, a hemoglobina (Hb) e a estaterina. A modificação do perfil proteico da película adquirida pela incorporação de proteínas pode interferir na colonização bacteriana inicial do biofilme, alterando sua estrutura. Portanto esta modificação é promissora não apenas para o controle do DDE, mas também para o controle da cárie dentária, o que tem sido pouco estudado. Assim, na presente proposta, focada na "engenharia de película adquirida", pretendemos avaliar o impacto da modificação deste integumento com proteínas que se ligam ao esmalte e que apresentam propriedades ácido-resistentes (cistatina, hemoglobina, estaterina e combinação das mesmas) no perfil proteômico da PAE formada in vivo, bem como no seu potencial protetor contra desafios erosivos extrínsecos e intrínsecos. Será ainda avaliada a combinação destas proteínas com outros ativos como o trimetafosfato (TMP) e o EGCG, os quais possam potencializar a sua ligação à PAE, bem como serão explorados os possíveis mecanismos envolvidos neste potencial protetor. Considerando-se que a formação do biofilme dentário se dá pela ligação de adesinas da superfície de bactérias a receptores complementares das proteínas da PAE, a modificação na composição proteica deste integumento devido ao enriquecimento com proteínas ácido-resistentes terá um impacto na colonização microbiana inicial do esmalte dentário, alterando toda a sua estrutura, o que também será avaliado na presente proposta, utilizando um modelo de biofilme de microcosmos. Por fim, serão avaliados diferentes veículos de utilização destas proteínas, a fim de que seja elaborado um produto que possa ser testado clinicamente para o controle da cárie e do DDE. Estas etapas são cruciais para que possa ser desenvolvido um produto, baseado em uma destas proteínas ou na combinação das mesmas, que venha a ser utilizado em ampla escala como uma nova abordagem para o controle do DDE e da cárie dentária, com base em procedimentos de "engenharia de película adquirida". (AU)

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