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Inibidores de checkpoint imunológico: imunofenotipagem e desfecho clínico para predição de resposta no Hospital de Câncer de Barretos

Resumo

A imunoterapia contra o câncer baseia-se na premissa de que os tumores podem ser reconhecidos e atacados por um sistema imunológico ativado. No entanto, as células tumorais desenvolvem mecanismos para burlar o reconhecimento imune e a resposta. Os checkpoints imunológicos modulam a homeostase de sinais co-estimulatórios e co-inibitórios, que são críticos para manter a tolerância imunológica, além de modular as respostas imunes fisiológicas. Porém, apesar da alta taxa de resposta à imunoterapia, alguns pacientes são refratários à terapia ou adquirem resistência. Assim, a caracterização imune do microambiente tumoral que impulsionam ou impedem respostas efetivas à terapia, é fundamental para a compreensão e expansão do uso da imunoterapia. Investigar marcadores imunológicos capazes de distinguir pacientes respondedores de não-respondedores à terapia com inibidores de checkpoint imunológico em portadores de melanoma avançado e carcinoma de pulmão de células não-pequenas (NSCLC). Serão selecionados 100 pacientes que realizaram tratamento imunoterápico com anti-PD-1/PD-L1 ou anti-CTLA-4. O perfil imunofenotípico dos inibidores de checkpoints imunológicos será avaliado em linfócitos T de sangue periférico e linfócitos infiltrantes de tumor (TIL) através de citometria de fluxo. O perfil de expressão de genes relevantes para a resposta imune ao câncer será analisado em amostras de tumor (parafina e células CD45 negativas), utilizando-se o painel PanCancer IO 360 Gene Expression Panel, na plataforma nCounter NanoString. O perfil de expressão dos linfócitos (provenientes de sangue e tumor), material parafinado (contendo tumor + TIL) e células CD45 negativas serão correlacionados com os dados demográficos, clínicos, histopatológicos e principalmente à resposta terapêutica e sobrevida dos pacientes. Essencial como plataforma para esse e estudos posteriores será o aprimoramento e implementação do modelo in vitro de exaustão de linfócitos T, que será realizado por estimulações sequenciais com CD3/CD28 dynabeads. (AU)

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