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Influência de um programa personalizado de exercício físico no perfil da modulação endógena da dor e nos aspectos psicossociais e comportamentais em pacientes com dor miofascial mastigatória crônica: um estudo clínico randomizado controlado

Processo: 20/02479-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2021 - 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Paulo César Rodrigues Conti
Beneficiário:Paulo César Rodrigues Conti
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Disfunção temporomandibular  Síndromes da dor miofascial  Dor crônica  Exercício físico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:dor crônica | Dor Miofascial Mastigatória Crônica | exercício físico | Modulação Endógena da Dor | Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial

Resumo

A relação entre exercício físico e dores crônicas é cogitada há muito tempo. Hipotetiza-se que a prática regular de exercício físico teria um efeito benéfico como coadjuvante no controle de dores crônicas. Porém, ainda não há dados suficientes que expliquem esta relação, especificamente em pacientes com dor miofascial mastigatória crônica (DMMC). Uma das maneiras de se mensurar tal impacto é por meio de alterações no perfil de modulação endógena da dor (PMP, sigla em inglês), determinado por métodos que utilizam testes de inibição e de excitação dos estímulos dolorosos. Ainda, procura-se entender qual a melhor técnica de mensuração desses métodos e se modalidades alternativas são capazes de alterar este perfil modulatório. O objetivo geral do presente estudo clínico randomizado é avaliar a variação no PMP entre indivíduos saudáveis e com DMMC após um programa controlado e individualizado de exercício físico aeróbico em curto e médio prazos. Além disso, comparar diferentes técnicas para determinação dos valores de modulação de dor condicionada (CPM, sigla em inglês), e finalmente se técnicas alternativas, como a exposição controlada a vídeos com sons prazerosos tem potencial analgésico. A amostra terá 80 voluntários (40 com DMMC e 40 assintomáticos) que serão randomizados e sigilosamente alocados em 4 grupos: 2 grupos experimentais (20 indivíduos com DMMC e 20 assintomáticos) que realizarão um programa de exercício físico controlado pela frequência cardíaca e VO2máx por um período de 5 meses e 2 grupos controles (20 indivíduos com DMMC e 20 assintomáticos) que não realizarão o programa de exercício. Durante as avaliações iniciais, diferentes técnicas de determinação do PMP serão comparadas, alterando os estímulos condicionantes dos testes. Os participantes responderão a questionários sobre aspectos psicossociais e comportamentais. Em todos os tempos da pesquisa (início e 1, 2, 3, 4 e 5 meses), para todos os participantes, serão mensurados o IMC, VO2máx, Limiar de Dor à Pressão (LDP) do músculo masseter ou temporal e nível de dor (o PMP e questionários serão aplicados novamente após 3 meses e ao final da pesquisa). Serão realizados testes de ANOVA a 3 critérios e de medidas repetidas, e teste de correlação de Pearson (nível de significância 5%). (AU)

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