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Autolesão não suicida na adolescência: um olhar multidimensional

Processo: 20/05235-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2021 - 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem de Saúde Pública
Pesquisador responsável:Diene Monique Carlos
Beneficiário:Diene Monique Carlos
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Pesq. associados:Jorge Luiz da Silva ; Olga Lopez-Dicastillo ; Sônia Regina Fiorim Enumo ; Wanderlei Abadio de Oliveira
Assunto(s):Adolescentes  Atenção primária à saúde  Comportamento autodestrutivo  Emergências  Família  Saúde escolar 

Resumo

A adolescência é um período que, em comparação com outras faixas etárias, não apresenta grandes índices de adoecimento. Os comportamentos relacionados a violências autoinfligidas têm ocupado lugar de destaque na prática dos serviços e morbimortalidade desta população. Dentro desta classe de violência encontram-se as autolesões não suicidas (ALNS), que têm sido cada vez mais priorizados em níveis nacionais e internacionais. Apesar do crescente interesse em estudar a ALNS, verificam-se lacunas na literatura, em especial no contexto brasileiro. Neste sentido, entende-se que estudos qualitativos robustos podem ser coerentes a fenômenos pouco delineados. Destarte, traz-se como objetivo compreender os significados da ALNS em adolescentes sob a ótica de profissionais da educação e da saúde (Atenção Primária e Urgência/Emergência), bem como as concepções e enfrentamento da ALNS para adolescentes e suas famílias. Os referenciais teóricos serão o Interacionismo Simbólico e a Teoria do Amadurecimento de Winnicott. O estudo será desenvolvido em três fases. A primeira se relaciona à revisão sistemática de estudos qualitativos sobre os significados da ALNS para adolescentes, familiares e profissionais. A segunda fase será realizada por abordagem qualitativa, sendo a coleta de dados por meio de entrevistas semiestruturadas junto aos profissionais e familiares; Photovoice e grupos focais junto aos adolescentes. A análise de dados se dará pela análise temática. A terceira fase será a pactuação de estratégias de ação e fluxogramas para cuidado à ALNS na adolescência junto à sociedade civil, profissionais e gestores da saúde, educação e demais serviços de rede de proteção. Entende-se que a aproximação dos significados atribuídos a estas ações pode apontar caminhos para intervenções e (trans)formações futuras, em especial na área da Enfermagem, buscando qualificar a atenção à saúde de adolescentes, um público ainda negligenciado nas diversas esferas de cuidado. (AU)

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