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A associação entre obesidade, reduzida massa magra e reduzida densidade mineral óssea, tem maior impacto na saúde geral em adultos e idosos

Resumo

Acredita-se que alterações concomitantes na composição corporal possam ter impacto negativo na saúde geral. O objetivo foi investigar a prevalência concomitante de alterações na composição corporal e as possíveis associações com ingestão dietética, comportamento sedentário, força e performance muscular. Trata-se de estudo transversal com 218 adultos, idade média 63 anos (59-69) de ambos os sexos (52% mulheres) participantes do Inquérito de Saúde da Cidade de São Paulo. Foram avaliados massa magra apendicular (LM), massa gorda e densidade mineral óssea (BMD) por DXA, força de preensão palmar, tempo sentado e ingestão dietética. Os indivíduos foram agrupados em 8 grupos: 1) normal; 2)osteopenia (OP); 3) Baixa LM; 4) obesidade, 5) OP + baixa LM; 6) Obesidade + OP; 7) Obesidade + baixa LM; and 8) Obesidade + OP + baixa LM. A análise estatística incluiu teste ANCOVA, qui-quadrado e modelos de regressão linear. 52 (23%) dos indivíduos apresentaram obesidade associada com outra alteração na composição corporal, sendo que 14 (6%) tinham a combinação das 3 condições (Obesidade + OP + baixa LM). Os grupos com obesidade tinham menor ingestão protéica (p =0.001); aqueles com Obesidade ou Obesidade + baixa LM permaneciam mais tempo sentados (p=0.002), e o grupo com + OP + baixa LM a menor preensão palmar. A combinação de obesidade com baixa LM e OP apresentaram como agravante a associação com menor força. No contexto de transição demográfica e nutricional, os achados representam uma demanda para futuras investigações longitudinais. (AU)

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