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Efeitos antrópicos sobre populações de anfíbios anuros na Mata Atlântica e Cerrado

Processo: 20/12866-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2021 - 30 de abril de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Cinthia Aguirre Brasileiro
Beneficiário:Cinthia Aguirre Brasileiro
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Pesq. associados: Alessandro Ribeiro de Morais ; Célio Fernando Baptista Haddad ; Cybele Sabino Lisboa ; Daniela de Melo e Silva ; Fernando Ribeiro Gomes ; José Eduardo de Carvalho ; Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira ; Natan Medeiros Maciel ; Paulo De Marco Júnior ; Rogério Pereira Bastos
Bolsa(s) vinculada(s):21/08922-0 - Análises do monitoramento acústico e estresse das espécies de anuros insulares, BP.TT
Assunto(s):Agrotóxicos  Anfíbios  Cerrado  Estresse  Ilhas 

Resumo

Declínios e extinções de anfíbios vêm sendo registrados desde o final da década de 80 e as principais causas são modificação e fragmentação de habitat, doenças infecciosas, espécies invasoras, poluição química e mudanças climáticas. Todos estes fatores são causados direta ou indiretamente pelo homem. O Brasil possui a maior diversidade de anfíbios do mundo e ainda é preciso entender como estas causas atingem diferentes espécies. O Cerrado e a Mata Atlântica são hotspots mundiais de diversidade e possuem condições climáticas e pressões antrópicas diferentes. Este projeto pretende monitorar a presença e abundância de indivíduos de espécies com distribuição restrita no Cerrado e na Mata Atlântica e investigar os efeitos das perturbações antrópicas nestas populações. Especificamente pretende-se: 1) entender se a visitação de pessoas à ilha dos Alcatrazes influencia na presença e prevalência da quitridiomicoses e causa estresse nas espécies criticamente ameaçadas de extinção Cycloramphus faustoi e Ololygon alcatraz, 2) Determinar o índice de mortalidade para Dendropsophus minutus após a exposição de diferentes concentrações de Imidacloprid Nortox e Fipronil Nortox e de agrotóxicos genéricos, 3) Comparar o dano genotóxico, mutagênico e histopatológico em D. minutus expostos ao Imidacloprid e Fipronil e aos agrotóxicos genéricos, 4) Gerar modelos de nicho ecológico para espécies de anuros que possuem distribuição restrita e avaliar o impacto da mudança do clima sobre as distribuições. O monitoramento e estimativa do número de machos vocalizando será feito por sistemas remotos para Allobates goianus, Boana goiana, Ololygon centralis e Proceratophrys dibernardoi no Cerrado e C. faustoi, O. alcatraz, O. peixotoi, O. faivovichi e Aparasphenodon pomba na Mata Atlântica. (AU)

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