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Espectroscopia por Ressonância Magnética como um Método não invasivo na quantificação de Carnosina Muscular em Humanos:uma Avaliação Abrangente da Validade.

Processo: 20/07740-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de fevereiro de 2021 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Bioquímica da Nutrição
Pesquisador responsável:Guilherme Giannini Artioli
Beneficiário:Guilherme Giannini Artioli
Instituição Sede: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Carnosina  Espectroscopia  Humanos  Métodos  Ressonância magnética  Validade 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Carnosina | Espectroscopia | Humanos | Método | Ressonância Magnética | validade | Carnosina

Resumo

Carnosina é um dipeptídeos expresso em abundância no músculo esquelético humano, músculo cardíaco e em células neurais, tendo múltiplas propriedades funcionais que lhe conferem capacidade de aumentar o desempenho físico e potenciais aplicações terapêuticas. Um método válido e confiável de quantificação de carnosina tecidual é indispensável para avançar o conhecimento nos processos biológicos que envolvem a carnosina. Nesse sentido, a espectroscopia de ressonância magnética (1H-MRS) tem sido utilizada como alternativa não-invasiva para quantificar carnosina muscular em humanos. No entanto, a quantificação de carnosina por 1H-MRS tem algumas potenciais limitações que fazem necessária verificação aproporiada de sua validade. Esta investigação avaliou a reprodutibilidade, acurácia e sensibilidade da quantificação de carnosina no músculo esquelético de humanos, comparando 1H-MRS com um método de referência (HPLC). Quantificação de carnosina in vitro por 1H-MRS foi utilizada para testar a linearidade do sinal e possíveis fontes de ruído. Em humanos, carnosina foi quantificada no músculo gastrocnêmio por 1H-MRS e HPLC para comparar a qualidade do sinal e a validade convergente. 1H-MRS mostrou validade discriminante adequada, mas reprodutibilidade limitada e baixa concordância com o método de referência. Baixa amplitude de sinal, baixa taxa sinal-por-ruído e reposicionamento do vóxel são as principais fontes de erro. (AU)

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