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Determinação da susceptibilidade aos antimicrobianos e produção de biofilme em Staphylococcus aureus isolados de jalecos de universitários da área da saúde

Resumo

O estudo teve como objetivo detectar Staphylococcus aureus de jaleco de estudantes universitários e caracterizar a susceptibilidade antimicrobiana e a produção de biofilme. Amostras bacterianas (n = 300) foram obtidas de jalecos de 100 universitários no período de agosto de 2015 a março de 2017. S. aureus foram isolados e o perfil de resistência foi verificado pela técnica de disco-difusão, teste de triagem para detectar S. aureus resistentes à meticilina (MRSA), detecção do gene mecA por PCR e determinação do Cassete cromossômico estafilocócico mec (SCCmec) por PCR multiplex. Para a caracterização do biofilme foram utilizados o ágar vermelho do Congo (CRA) e os genes icaA e icaD por PCR. S. aureus foram identificados em 45,0% das amostras. Observou-se a resistência de S. aureus para penicilina (72,59%), eritromicina (51,85%), cefoxitina (20,74%), oxacilina (17,04%), clindamicina (14,81%) e levofloxacina (5,18%). MRSA foram detectados em 53,3% das amostras, apresentando o SCCmecI (52,8%), SCCmecIII (25%) e SCCmecIV (11,1%). A produção de biofilme foi verificada em 94,0% de S. aureus. Os dados apontam que as medidas de biossegurança precisam ser reforçadas, para evitar a disseminação de bactérias multirresistentes e com alto potencial de adesão entre os demais setores da universidade e entre familiares e pessoas próximas. (AU)

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