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Caracterização farmacológica do sulfeto de hidrogênio (H2S) derivado do tecido adiposo perivascular (PVAT) na hipertensão gestacional em ratas

Processo: 18/24484-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2019 - 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Carlos Alan Candido Dias Junior
Beneficiário:Carlos Alan Candido Dias Junior
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Hipertensão induzida pela gravidez  Reatividade cardiovascular  Canais KATP  Sulfeto de hidrogênio  Fenilefrina  Ratos 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:hipertensão na gravidez | Reatividade vascular | Sulfeto de Hidrogenio | Hipertensão gestacional

Resumo

As desordens hipertensivas da gestação são caracterizadas por um aumento da pressão arterial sistêmica. A pré-eclâmpsia é considerada a mais grave destas desordens e usualmente é acompanhada por proteinúria e outros sintomas clínicos após a 20ª semana gestacional. O tecido adiposo perivascular (PVAT) pode participar no controle do tônus vascular através da liberação de substâncias vasoativas, incluindo o sulfeto de hidrogênio (H2S). O H2S é sintetizado endogenamente pela enzima cistationina-gama-liase (CSE) e foi demonstrado que os níveis de H2S estão reduzidos na pré-eclâmpsia. Nosso objetivo é avaliar o envolvimento do H2S derivado do PVAT na modulação vascular durante a hipertensão gestacional. Ratas prenhes serão divididas em dois grupos distintos: Prenhes Normotensas (Norm-Preg) e Prenhes Hipertensas (HTN-Preg). A hipertensão gestacional será induzida pelo modelo "DOCA-Sal", que consiste na administração de acetato de desoxicorticosterona (DOCA) combinada com a substituição da água de beber por salina. A pressão arterial sistólica será aferida por pletismografia de cauda em dias distribuídos durante a gestação, totalizando-se oito aferições. No 20º dia gestacional, as ratas serão mortas com overdose de isoflurano. A aorta torácica será removida e utilizada nos experimentos de reatividade vascular para construção de curvas concentração-resposta a fim de avaliar o efeito do PVAT na contratilidade vascular à fenilefrina, o efeito vasodilatador do H2S derivado do PVAT e investigar o envolvimento dos canais de potássio dependentes de ATP (KATP) na sinalização do H2S derivado do PVAT. A aorta abdominal e o PVAT serão armazenados para realização de análises moleculares de Western Blot (para avaliar a expressão proteica da CSE), de reação de polimerase em cadeia de tempo real (qPCR) para avaliar a expressão gênica da CSE por reação de transcriptase reversa (RT) e imuno-histoquímica com o intuito de imuno-localizar a enzima CSE. A produção endógena de H2S será avaliada em aorta e PVAT através da técnica de formação do sulfeto de chumbo. A angiogênese será avaliada através de kits de ELISA específicos para fatores angiogênicos e anti-angiogênicos. (AU)

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