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MicroRNAs em ilhotas pancreáticas como possíveis biomarcadores para o Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2): Estudo na fase neonatal e adulta da prole de ratas diabéticas.

Processo: 18/16402-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Aparecida Emiko Hirata
Beneficiário:Aparecida Emiko Hirata
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Manoel de Arcisio Miranda Filho
Assunto(s):Diabetes gestacional  Resistência à insulina  Desenvolvimento fetal  Ilhotas pancreáticas  Endocrinologia  Diabetes mellitus  MicroRNAs 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:diabetes | Diabetes gestacional | Ilhotas pancreáticas | MicroRNAs | Programação Fetal | resistência a insulina | Endocrinologia

Resumo

O diabetes mellitus do tipo 2 (DM2) é a doença metabólica mais prevalente em todo o mundo e é caracterizado pela hiperglicemia crônica com distúrbio no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas, resultante de defeitos na secreção da insulina, sua ação, ou ambos. A fisiopatologia do DM2 tem sido primariamente associada ao aumento no quadro inflamatório subclinico e desenvolvimento de resistência periférica a insulina. Muitas evidências demonstram que o desenvolvimento embrionário, fetal e neonatal é influenciado por fatores adversos que acometem as gestantes e estão associados às condições de saúde dos indivíduos na fase adulta. Foi demonstrado que os filhos de mães diabéticas têm grande predisposição à intolerância a glicose, obesidade, resistência à insulina e hipertensão arterial na idade adulta. A presença da hiperglicemia durante a gravidez parece ser responsável pelos defeitos no metabolismo da glicose e na função das células ² pancreáticas da prole. Evidencias sugerem que um ambiente intrauterino hostil leva a mudanças na expressão e função dos genes na prole e este mecanismo parece envolver a expressão de microRNAs. Além disso, diversos estudos tem demonstrado que a desregulação de microRNAs contribui para o desenvolvimento de resistência à insulina e que os microRNAs circulantes podem ser considerados biomarcadores do desenvolvimento de doenças como DM2. Assim, o presente trabalho avaliará o impacto da hiperglicemia materna sobre a expressão de miRNAs em ilhotas pancreáticas isoladas da prole na fase neonatal e na fase adulta. Para tanto ratos fêmeas serão submetidas a indução do diabetes através da administração de estreptozotocina (60mg/kg; ip) e após a confirmação do diabetes serão acasaladas. Os animais provenientes das proles serão estudados ao nascer e aos 3 meses de idade. A geração de espécies reativas de oxigênio e o processo secretório também será avaliado nas diferentes fases de desenvolvimento. Sendo assim, nossa hipótese é que os microRNAs podem ser importantes biomarcadores preditores do DM2 na vida adulta da prole de mães diabéticas. (AU)

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