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Nanocompósitos à base de hidroxiapatita e nanotubos de carbono como reforço em selante de fibrina derivado do veneno de serpente para regeneração óssea

Processo: 17/23608-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:José Carlos Cogo
Beneficiário:José Carlos Cogo
Instituição Sede: Universidade Brasil. Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Anderson de Oliveira Lobo ; Carla Roberta Tim ; Daniel Souza Ferreira Magalhães ; Fernanda Roberta Marciano ; Lívia Assis Garcia ; Rui Seabra Ferreira Junior
Assunto(s):Biomateriais  Nanotubos de carbono  Hidroxiapatita  Adesivo tecidual de fibrina  Venenos de serpentes  Crotalus durissus terrificus 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Crotalus durissus terrificus | hidroxiapatita | nanotubos de carbono | selante de fibrina | veneno de serpente | Biomateriais

Resumo

Selantes de fibrina, desenvolvidos a partir de derivados hematológicos humanos mimetizam os coágulos fisiológicos, sendo utilizados largamente em cirurgias gerais, cosméticas e em pós-operatórios pela sua ação hemostática e adesiva. O selante de fibrina desenvolvido a partir do veneno de Crotalus durissus terrificus (cascavel) é um derivado heterólogo semelhante à trombina que converte fibrinogênio em fibrina. É um produto natural, em forma de gel, biodegradável, bioabsorvente, não tóxico e não imunogênico. Entretanto, a utilização desse selante como matrix para a regeneração óssea nunca foi estudado. Nanocompósitos de hidroxiapatita e nanotubos de carbono produzidos pela síntese química assistida pela técnica de ultrassom apresentam bioatividade, não são citotóxicos e possuem efeito bactericida. O objetivo do presente trabalho é avaliar a utilização de nanocompósitos a base de hidroxiapatita e nanotubos de carbono como reforço em selante de fibrina derivado do veneno de serpente para regeneração óssea. Serão realizados experimentos in vitro e in vivo. Os experimentos in vitro consistirão na avaliação da adesão e proliferação celular utilizando cultura de células de osteoblastos humanos. Os experimentos in vivo consistirão na avaliação das laminas histológicas dos defeitos ósseos em ratos Rattus norvegicus albinus; Wistar. Essas laminas também serão caracterizadas por espectroscopia Raman e de infravermelho para monitorar a formação do processo de osseointegração das amostras implantadas. O projeto será encaminhado para a aprovação do Comitê de Ética em Uso de Animais - CEUA - da Universidade Brasil. Todos os dados serão analisados por meio do teste de normalidade, sendo os resultados paramétricos submetidos ao teste de variância two-way ANOVA (tempo versus amostras) complementado pelo pós-teste de Tukey a fim de verificar as diferenças estatísticas entre grupos. Espera-se então que os nanocompósitos de hidroxiapatita e nanotubos de carbono auxiliem no processo de osseointegração, reduzindo assim, o seu tempo. (AU)

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