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Bergson - consciência e criação

Resumo

Há um movimento vital na natureza, e esse movimento é concebido do ponto de vista fenomenológico e ontológico. Fenomenológico porque o ser descreve no mundo aparente aspectos estáveis do real, mas no mundo interno há um processo interior a seguir e é esse processo que buscaremos delinear. Trata-se de um movimento da natureza em que o ente se prescreve como um movimento persecutor de si mesmo, e esse movimento se perfaz no homem, ser criador por excelência. Criador, pois vive em si mesmo o percurso vital, até que se perceba como consciência itinerante no processo vital. Esse processo se descreve no intuito de perfazer a mente divina no homem, ou seja, o processo criador no em si e no para si. No em si, tal processo se dá a partir da natureza que se prescreve em feixes e as formas se delineiam em seres mutáveis, que se fixam, mas não se fixam, posto que evoluem. Tudo se fixa e se mantém, mas não prescreve, pois vem-a-ser novamente. Tal o processo persecutor da natureza. Mas, no homem, esse processo reverte em proveito de si mesmo, na medida em que o homem perfaz o movimento criador em si mesmo. Tal o movimento que buscaremos demonstrar. (AU)

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