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Avaliação da ativação glial nas alterações neuroimunoendócrinas em ratos sépticos e efeito neuroprotetor da sinvastatina nos sobreviventes

Processo: 18/02854-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Maria José Alves da Rocha
Beneficiário:Maria José Alves da Rocha
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Evelin Capellari Cárnio ; Luciane Carla Alberici ; Norberto Cysne Coimbra
Bolsa(s) vinculada(s):18/20944-7 - Avaliação da ativação glial nas alterações neuroimunoendócrinas em ratos sépticos e efeito neuroprotetor da sinvastatina nos sobreviventes, BP.TT
Assunto(s):Memória  Estresse oxidativo  Hormônios  Apoptose  Cognição 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:apoptose | cognição | Estresse oxidativo | hormônios | Inflamação sistemica | memória | Neuroimunoendocrinologia

Resumo

A sepse, inflamação sistêmica desencadeada por um agente infeccioso, produz um estado inflamatório no sistema nervoso central (SNC), que leva a disfunções autonômicas, endócrinas e cognitivo-comportamentais observadas em trabalhos clínicos e experimentais. Os achados anteriores deste laboratório sugerem que estresse oxidativo, ativação microglial, disfunção sináptica e eventualmente apoptose de neurônios, decorrentes da neuroinflamação e com características neurodegenerativas, sejam responsáveis por essas disfunções durante e após a sepse. Sendo assim, sugerimos que a ativação glial sustentada durante a sepse causaria as alterações neuroimunoendócrinas e as sequelas neurológicas de longo prazo, levando à instalação de processos neurodegenerativos como os que ocorrem na forma esporádica da doença de Alzheimer. Nesse contexto, inúmeras drogas e terapias têm sido propostas para tentar conter os efeitos da sepse. Por exemplo, diversos trabalhos clínicos envolvendo estatinas e sepse ainda são bastante controversos acerca dos benefícios dessa droga, restando muitas lacunas a serem preenchidas para se chegar a um consenso quanto ao seu uso como estratégia terapêutica. Recentemente, nós demonstramos que a sinvastatina melhorou os aspectos cognitivo-comportamentais de ratos sobreviventes à sepse. Entretanto se esta melhoria está relacionada a um efeito do fármaco na neurodegeneração e/ou na modulação da ativação glial é desconhecido. Portanto o objetivo desse estudo será avaliar a participação da ativação glial nas alterações neuroimunoendócrinas decorrentes da sepse e o possível efeito neuroprotetor da sinvastatina nos animais sobreviventes. (AU)

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Publicações científicas (4)
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CATALAO, CARLOS HENRIQUE ROCHA; SANTOS-JUNIOR, NILTON NASCIMENTO; DA COSTA, LUIS HENRIQUE ANGENENDT; SOUZA, ANDERSON OLIVEIRA; CARNIO, EVELIN CAPELLARI; SEBOLLELA, ADRIANO; ALBERICI, LUCIANE CARLA; ROCHA, MARIA JOSE ALVES. Simvastatin Prevents Long-Term Cognitive Deficits in Sepsis Survivor Rats by Reducing Neuroinflammation and Neurodegeneration. NEUROTOXICITY RESEARCH, v. 38, n. 4, p. 16-pg., . (18/10089-2, 17/12462-0, 18/02854-0)
DA COSTA, LUIS HENRIQUE ANGENENDT; SANTOS-JUNIOR, NILTON NASCIMENTO; CATALAO, CARLOS HENRIQUE ROCHA; ROCHA, MARIA JOSE ALVES. Microglial Activation Modulates Neuroendocrine Secretion During Experimental Sepsis. Molecular Neurobiology, v. 58, n. 5, . (18/02854-0, 16/07803-0)
VULCZAK, ANDERSON; ROCHA CATALAO, CARLOS HENRIQUE; PEDRO DE FREITAS, LUIZ ALEXANDRE; ALVES ROCHA, MARIA JOSE. HSP-Target of Therapeutic Agents in Sepsis Treatment. INTERNATIONAL JOURNAL OF MOLECULAR SCIENCES, v. 20, n. 17, . (18/02854-0)

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