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Efeito da aplicação de subdoses dos herbicidas glyphosate, 2,4-D e paraquat em algodoeiro

Processo: 10/11099-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2010
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Enes Furlani Junior
Beneficiário:Carlos Eduardo Rosa
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Herbicidas   Algodoeiro   Fisiologia vegetal

Resumo

EFEITO DA APLICAÇÃO DE SUBODOSES DOS HERBICIDASGLYPHOSATE, 2,4-D E PARAQUAT EM ALGODOEIROA cultura do algodoeiro é de extrema importância mundial, quer pelo seu valor monetário da produção, multiplicidade de produtos que dela se originam e a popularidade de que estes gozam. É cultivado em cerca de 31,1 milhões dehectares em todo o mundo, sendo o Brasil responsável por 856 mil dehectares.O objetivo deste trabalho será verificar os efeitos da aplicação de subdoses dos herbicidas glyphosate, 2,4-D e paraquat em algodoeiro emcondições de campo.O presente trabalho será instalado na área experimental da Fazenda de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira FEIS/UNESP, localizada no município de Selvíria-MS, com coordenadas geográficas 20º22'de Latitude Sul e 51º22' de Longitude Oeste e com altitude média de 335m. Apresenta temperatura média anual de 24,5ºC, precipitação média anual de 1.232 mm e umidade relativa média anual de 64,8%. Serão instalados três ensaios. Nos três ensaios serão empregadosdelineamento experimental em blocos ao acaso (GOMES, 2000), com 6 tratamentos e 4 repetições, perfazendo 24 parcelas para cada ensaio.No primeiro ensaio, os tratamentos serão constituídos pela aplicação das subdoses do herbicida glyphosate, sendo: 0,0 (testemunha); 26,0; 52,0; 78,0;104,0; e 130,0 g e.a. ha-1. O segundo ensaio, os tratamentos serão constituídos pela aplicação das subdoses do herbicida 2,4-D, sendo: 0,0 (testemunha); 0,68; 1,36; 2,04; 2,72; e 3,40 g e.a. ha-1. O terceiro ensaio, os tratamentosserão constituídos pela aplicação das subdoses do herbicida paraquat, sendo:0,0 (testemunha); 4,8; 9,6; 14,4; 19,6; e 24,0 g e.a. ha-1. As características agronômicas serão avaliadas em dez plantas escolhidas ao acaso em cada parcela e marcadas para as avaliações. Osparâmetros analisados serão referentes a crescimento e produção, sendo que os de crescimento serão avaliados antes da aplicação das subdoses dos herbicidas, 15 dias após a aplicação e no final do ciclo, sendo:* Altura de plantas: realizada com auxílio de trena, sendo medido do colo atéa última ramificação do meristema apical;* Diâmetro do caule: realizado com auxílio de paquímetro, na altura de 2 cmem relação ao solo;* Número de nós: contagem do número de nós das mesmas plantas realizadaa avaliação de altura;* Número de estruturas reprodutivas: contagem de estruturas reprodutivas(botão floral, flor e maçã);* Comprimento de ramo: comprimento do quinto ramo da base para o ápicena haste principal; selecionado este ramo por ser freqüentemente o ramo ondesurge o primeirobotão floral, além de dar uma boa idéia da ramificação daplanta;* Índice SPAD: leituras com medidor de clorofila portátil modelo SPAD-502,desenvolvido pela MINOLTA (1989), realizadas imediatamente antes daaplicação da subdoses dos herbicidas, aos 15 e 45 dias após a aplicação dosherbicidas (45, 60 e 90DAE, respectivamente), realizadas em três diferentesposições na planta, sendo: ápice, terço médio e base do algodoeiro;* Análise de tecido foliar: a análise foliar do algodoeiro será realizada atravésde coleta de 20 folhas por parcela experimental (limbo da 5a folha da hasteprincipal), aos oitenta dias após a emergência, de acordo com asrecomendações de Silva (1999), no sentido de verificar o efeito dostratamentos estudados na concentração de nutrientes.Após a coleta, estas serão encaminhadas ao laboratório de análise foliar doDepartamento de Fitotecnia da FE/Unesp/Ilha Solteira, onde seguirão asmetodologias relatadas por Bataglia et al. (1983), Embrapa, (1999), Malavoltaet al. (1997) para a determinação dos macronutrientes.