Busca avançada
Ano de início
Entree

Coleta de informações clínicas na unidade de terapia intensiva nº 3 (UTI NO3) do grupo controle

Processo: 19/25967-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Medicina Preventiva
Convênio/Acordo: Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)
Pesquisador responsável:Fernando Bellissimo Rodrigues
Beneficiário:Lívia Maria Landgraff Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/17531-2 - O tratamento odontológico pode reduzir o risco de infecções respiratórias em pacientes sob terapia intensiva? um ensaio clínico randomizado por conglomerados e com cruzamento dos braços, AP.R
Assunto(s):Tratamento odontológico   Infecções respiratórias   Pacientes internados   Unidades de terapia intensiva   Mortalidade

Resumo

Apesar de o desenvolvimento da terapia intensiva tornar possível hoje salvar a vida de uma miríade de pacientes outrora tidos como irreversivelmente terminais, ela não é isenta de riscos. Nosso objetivo é o de avaliar o impacto do tratamento odontológico sobre o risco de desenvolvimento de infecções nosocomiais do trato respiratório inferior em pacientes adultos internados em unidades de terapia intensiva (UTI). Trata-se de um ensaio clínico randomizado por conglomerados do tipo cross-over. A população de estudo será constituída pelos pacientes adultos admitidos em 4 UTIs da instituição proponente durante o período de 1 de julho de 2019 a 31 de julho de 2020. Esperamos nesse período incluir 1.685 pacientes. A intervenção consistirá no provimento de tratamento odontológico individualizado na frequência mínima de 3 vezes por semana, adicionada aos cuidados básicos de higiene oral, providos pela equipe de enfermagem. Nos períodos de controle, os pacientes admitidos receberão os cuidados básicos e rotineiros providos pela enfermagem. Apesar da randomização em conglomerados, os desfechos do estudo serão analisados em nível do indivíduo. O desfecho primário do estudo será o risco relativo de infecção do trato respiratório baixo em função da alocação no estudo e avaliado no momento da saída do paciente da UTI. Os desfechos secundários do estudo serão: o risco relativo de óbito relacionado às infecções do trato respiratório baixo, o tempo livre de infecção respiratória na UTI, o tempo de ventilação mecânica invasiva na UTI, o tempo de uso de antimicrobianos sistêmicos na UTI e o tempo de internação em UTI. O desfecho primário do estudo será avaliado por meio de um modelo de regressão logística que terá como variáveis independentes: intervenção odontológica, sexo, idade, escore SAPS3 na admissão em UTI, unidade de internação e sequência de intervenção. (AU)