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Efeitos da proteína ±-Klotho na sinalização do TNF-± via TNFR1 em cultura primária de células da glia

Processo: 19/05970-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Cristoforo Scavone
Beneficiário:Giovanna Araujo de Souza
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/07427-8 - Envelhecimento e neuroproteção: ações da proteína Klotho no metabolismo energético, sinalização da Na,K-ATPase e respostas adaptativas no sistema nervoso central, AP.TEM
Assunto(s):Neurofarmacologia   Neuroinflamação   Fatores de necrose tumoral   Proteína Klotho

Resumo

A maior ocorrência de doenças relacionadas ao envelhecimento como doença de Parkinson, doença de Alzheimer, esclerose lateral amiotrófica e esclerose múltipla, é resultado do aumento da expectativa de vida da população mundial. O envelhecimento é um processo complexo e multifatorial no qual alterações moleculares, celulares e comportamentais são observadas. Um dos fatores comuns importantes observados no Sistema Nervoso Central (SNC) é a inflamação, resposta essa que provoca a produção e liberação de citocinas inflamatórias como o TNF-±. Essa citocina desempenha tanto papéis fisiológicos como patológicos, dependendo da sua concentração e do receptor que ativa. O TNFR1 está relacionado com a ativação de vias apoptóticas e o TNFR2, com a neuroproteção. A proteína ±-Klotho vem recebendo destaque por modular a plasticidade sináptica e diminuir o déficit cognitivo em modelos saudáveis, de envelhecimento e de doença associadas ao envelhecimento. Tendo em vista a amplas formas de atuação da proteína ±-Klotho e a importância da citocina TNF-± para diferentes funções no SNC, esse trabalho busca estudar se a proteína ±-Klotho possui algum papel na regulação da sinalização do TNF-±, em animais nocautes para TNFR1, de forma a poder contribuir com a diminuição da inflamação e sua excitotoxicidade glutamatérgica. Esse estudo pretende assim promover uma melhor compreensão da neuroinflamação e possibilitar o desenvolvimento de novas formas de tratamento.