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Tomada de decisão para liberação de Telenomus podisi (Ashmead) (Hymenoptera: Scelionidae) para o controle de Euschistus heros (Fabricius) (Hemiptera: Pentatomidae) na cultura da soja

Processo: 19/10736-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Regiane Cristina Oliveira de Freitas Bueno
Beneficiário:Jéssica Lueli Niitsu
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/02317-5 - Centro de Excelência em Controle Biológico, AP.PCPE
Assunto(s):Entomologia   Entomologia agrícola   Controle biológico   Manejo integrado de pragas   Soja   Euschistus heros   Telenomus remus

Resumo

A cultura da soja ocupa lugar de destaque no agronegócio brasileiro e mundial, sendo uma das commodities que mais gera renda ao Brasil. No entanto, problemas fitossanitários, como ataques de pragas prejudicam a exploração econômica, onerando os custos de produção. No intuito de controlar as pragas, há a necessidade de desenvolver novas ferramentas para possibilitar o manejo eficaz das pragas e também evitar que sejam utilizados excessivamente os inseticidas, que resultam na seleção de indivíduos resistentes aos princípios ativos, redução da presença de inimigos naturais e contaminação do ambiente e do homem. No cenário agrícola atual, o percevejo-marrom, Euschistus heros, surge como praga-chave da soja, causando perdas severas na produtividade e na qualidade da produção da cultura. No entanto, uma das estratégias promissoras utilizadas atualmente é a adoção do manejo integrado de pragas, com ênfase na utilização de técnicas de controle biológico. Atualmente, vários estudos têm sido conduzidos com o parasitoide de ovos Telenomus podisi no controle de E. heros. Porém, para garantir a eficácia do programa de controle biológico aplicado, faltam informações sobre técnicas de liberação, como época ideal, frequência das liberações e o tempo de permanência do parasitoide em campo. Em virtude disso, é fundamental avaliar o melhor momento de liberação com relação ao estágio fenológico da cultura, de modo a estabelecer as frequências das liberações, bem como avaliar o período de permanência do T. podisi em campo após a liberação. Esses parâmetros são fundamentais para o desenvolvimento comercial de pacotes tecnológicos, voltados para a recomendação do uso de T. podisi no controle biológico aplicado do complexo de percevejos fitófagos na cultura da soja.