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Processos degenerativos e regenerativos na Doença de Alzheimer: da cultura de células à terapia celular

Processo: 17/12412-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2018 - 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Beatriz de Oliveira Monteiro
Beneficiário:Beatriz de Oliveira Monteiro
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/15266-2 - Processos degenerativos e regenerativos na Doença de Alzheimer: da cultura de células à terapia celular, BP.TT
18/11616-6 - Processos degenerativos e regenerativos na Doença de Alzheimer: da cultura de células à terapia celular, BP.TT
Assunto(s):Neurofisiologia  Doença de Alzheimer  Hipocampo  Células-tronco  Treinamento de força 

Resumo

A Doença de Alzheimer (DA) é a causa mais frequente de demência em todo o mundo. Com o aumento da expectativa de vida, essa frequência deve dobrar até 2030 e triplicar até 2050. Nem sistemas financeiros nem de saúde estão preparados para enfrentar uma situação dessa magnitude, e fica evidente a necessidade de se compreender melhor as causas e os fatores de risco envolvidos na doença, além da busca de novas intervenções que possam auxiliar o desenvolvimento de estratégias eficazes de prevenção e tratamento. Células tronco mesenquimais (MSC) e neurais (NSC) estão envolvidas em mecanismos de imunorregulação, ações tróficas, proliferativas e anti-apoptóticas, além de promover neurogênese e angiogênese e apresentar potencial regenerativo do tecido nervoso, diminuição de deposição de placas amilóides (²A) e estabilização dos níveis de neurotrofinas, constituindo uma estratégia promissora para o tratamento da DA. Outra emergente estratégia possível como terapia para a DA é o exercício físico, que auxilia na manutenção da função cognitiva, memória e aprendizagem, e diminuição no risco do desenvolvimento da DA. Propomos investigar a DA quanto aos processos degenerativos presentes ao longo do desenvolvimento da doença, e quanto às possibilidades terapêuticas e regenerativas. Estudos in vitro permitirão investigar as as neuroesferas de animais DA na presença de neurotrofinas na cultura, e os aspectos envolvidos na formação das esferas devem colaborar para melhor entendimento do processo fisiopatológico da DA. Por sua vez, células tronco mesenquimais ou neurais transplantadas no hipocampo de animais transgênicos para a DA (APP/PS1) submetidos ao exercício físico de resistência devem interferir na expressão de fatores neurotróficos, formação das placas ²A, vascularização e inflamação, além de reduzir o prejuízo da memória e déficit cognitivo. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
WUO-SILVA, RAPHAEL; FUKUSHIRO-LOPES, DANIELA F.; FIALHO, BRUNO P.; HOLLAIS, ANDRE W.; SANTOS-BALDAIA, RENAN; MARINHO, EDUARDO A. V.; MARI-KAWAMOTO, ELISA; YOKOYAMA, THAIS S.; LOPES-SILVA, LEONARDO B.; BERRO, LAIS F.; FRUSSA-FILHO, ROBERTO; LONGO, BEATRIZ M. Participation of Dopamine D1 and D2 Receptors in the Rapid-Onset Behavioral Sensitization to Modafinil. FRONTIERS IN PHARMACOLOGY, v. 10, MAR 11 2019. Citações Web of Science: 0.

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