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O desempenho térmico e luminoso de edifícios ícones da arquitetura modernista brasileira, produzida entre 1930 e 1964, em São Paulo

Processo: 14/15961-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 30 de setembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Joana Carla Soares Gonçalves
Beneficiário:Joana Carla Soares Gonçalves
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Leonardo Marques Monteiro ; Roberta Consentino Kronka Mülfarth
Bolsa(s) vinculada(s):15/19925-0 - Estudos analíticos de desempenho térmico de edificações comerciais, BP.TT
15/00713-2 - O desempenho térmico e luminoso de edifícios ícones da arquitetura modernista brasileira, produzida entre 1930 e 1964, em São Paulo, BP.TT
14/25870-0 - O desempenho térmico e luminoso de edifícios ícones da arquitetura modernista brasileira, produzida entre 1930 e 1964, em São Paulo, BP.TT
14/25871-7 - O desempenho térmico e luminoso de edifícios ícones da arquitetura modernista brasileira, produzida entre 1930 e 1964, em São Paulo, BP.TT
Assunto(s):Arquitetura moderna  Conforto térmico  Conforto luminoso  Adequação ambiental  Avaliação de desempenho 

Resumo

O foco desta pesquisa são as relações entre soluções arquitetônicas de forma, orientação, sombreamento, componentes construtivos para a capacidade térmica do edifício, aberturas para a ventilação natural e o desempenho térmico e luminoso de edifícios icones da arquitetura modernista brasileira, localizados na cidade de São Paulo, produzidos entre 1930 e 1960, de uso comercial e residencial, que tiveram ênfase nos princípios de conforto térmico e conforto luminoso dos ocupantes. Sendo assim, os estudos de caso são: edifício Banco Sul Americano (atual Banco Itaú) (1966), na Avenida Paulista, do arquiteto Rino Levi; edificio Conjunto Nacional (1963), também na mesma avenida, projetado pelo arquiteto Daniel Libeskind; o edifício Louveiras (1946), no bairro de Higienópolis, projetado pelo arquiteto Vila Nova Artigas e o edifício Anchieta (1948), na Avenida Paulista, projetado pelo escritório carioca MM Robertos. O objetivo é verificar as relações destacadas acima, de forma quantitativa. O método é indutivo experimental com levantamento de campo de variáveis físicas e ambientais microclimáticas (temperatura do ar, umidade do ar, velocidade do ar, temperatura radiante média e iluminância), dedutivo simulacional por meio de aplicação de geometria da insolação e métodos simplificados de cálculo. Os resultados serão analisados de forma comparativa entre os dados experimentais e simulacionais, além de serem confrontados com critérios de desempenho, sendo o modelo adaptativo (ASHRAE, 2013) o critério para a avaliação do desempenho térmico e os critérios estabelecidos pela norma NBR ISO/CIE 8995-1, Iluminacao de Ambientes de Trabalho, Parte 1: Interior (ABNT, 2013) e pela instituição internacional Commission Internationale De L'eclairage, CIE (1983; 1994), para a avaliação do desempenho luminoso desses edifícios. Como resultado da avaliação de desempenho serão formuladas recomendações de projeto para a retomada do enfoque ambiental na arquitetura contemporânea. (AU)