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Queen quality: an important trait for the bee colony and the beekeper

Processo: 13/50748-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Convênio/Acordo: North Carolina State University
Pesquisador responsável:Klaus Hartmann Hartfelder
Beneficiário:Klaus Hartmann Hartfelder
Pesq. responsável no exterior: David Roger Tarpy
Instituição no exterior: North Carolina State University (NC State), Estados Unidos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/01808-9 - Regulação transcricional do desenvolvimento de castas em abelhas melíferas, Apis mellifera L., AP.R
Assunto(s):Biologia reprodutiva  Abelhas  Rainhas  Hormônios de inseto 

Resumo

Com a rainha sendo a única fêmea reprodutiva na colônia, a sua capacidade reprodutiva é a principal determinante da fitness genética da colônia. Ao mesmo tempo, tendo uma rainha de alta capacidade reprodutiva é também de interesse para o apicultor, pois reflete diretamente no retorno econômico, em forma de mel. Neste projeto juntaremos as experiências do grupo de Raleigh, que tem um foco de pesquisa na biologia reprodutiva de rainhas adultas, com as do grupo da USP Ribeirão Preto, que estuda a regulação fisiológica e transcricional do desenvolvimento de rainhas e operárias na fase larval. Um experimento crucial será a criação de larvas e que serão tratadas adicionalmente com hormônio juvenil (HJ) que promove a formação de rainhas. A principal pergunta é se estas rainhas tratadas com HJ não somente apresentam as caracteres morfológicas de rainhas, mas também se comportam como tais na colônia. Em paralelo, coletaremos larvas tratadas com HJ para análise de expressão gênica do receptor de HJ, metlgce, e de um gene de resposta imediata, o kr-h1. Além destes serão analisados genes da via hipóxia, estes mais expressos em larvas operárias. Com o ovário sendo o órgão central da biologia reprodutiva e pelo fato que este apresenta fenótipos bem distintos em rainhas e operárias, investigaremos também a expressão de um recém descoberto RNA não codificador longo nos ovários das larvas tratadas. Ao juntar neste projeto as forças de dois grupos de pesquisa, esperamos um ganho em sinergia para compreender uma questão fundamental na biologia de abelhas, que é também de interesse imediato para a prática. Ademais, esperamos ganhos consideráveis no treinamento acadêmico dos alunos de pós-graduação. (AU)