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Vacinas para o controle da dengue administradas pelas vias intra-dérmica e transcutânea

Processo: 12/50362-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Parceria para Inovação Tecnológica - PITE
Vigência: 01 de setembro de 2013 - 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Convênio/Acordo: GlaxoSmithKline
Pesquisador responsável:Luis Carlos de Souza Ferreira
Beneficiário:Luis Carlos de Souza Ferreira
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Empresa: Glaxosmithkline Brasil Ltda
Município: São Paulo
Assunto(s):Dengue  Proteínas recombinantes  Vacinas  Adjuvantes imunológicos 
Publicação FAPESP:https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/fapesp_uk_KhvuhXV_170_170.pdf

Resumo

A busca de uma vacina eficaz contra a dengue é prioridade mundial. Atualmente as vacinas em estágio mais avançado de desenvolvimento estão baseadas em vírus atenuados ou recombinantes. No entanto, dificuldades encontradas na indução de respostas imunológicas balanceadas e, sobretudo, questões relativas à segurança indicam que estratégias vacinais inovadoras contra a doença devem ser apoiadas. A presente proposta de pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento de uma formulação vacinai inédita contra a dengue administrada por vias (intradérmica e transcutânea) mais compatíveis com o processo de infecção natural. A estratégia vacinal proposta está respaldada em quatro avanços tecnológicos obtidos pelo Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas da USP nos últimos anos, a saber: (i) desenvolvimento de tecnologia de produção de proteínas estruturais (envelope) e não estruturais (NS1) recombinantes do DENV2 com propriedades semelhantes às proteínas virais nativas; (ii) desenvolvimento e capacidade de produção de adjuvantes (derivados da toxina termo-lábil produzida por linhagens de Escherichia coli enterotoxigênica) com capacidade de aumentar e modular respostas imunológicas após administração pelas vias i.d. e t.c; (iii) competência implantada para utilização das vias i.d. e t.c. (inclusive com o preparo de adesivos vacinais) para administração de vacinas em modelo experimental; e (iv) descoberta de um modelo experimental para avaliação de segurança e proteção vacinai com um isolado de DENV2 capaz de infectar naturalmente camundongos e reproduzir sintomas observados em casos graves da doença. (AU)